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08/08/2019   08/08/2019 14h07 | A+ A- | 228 visualizações

Verba para universidade segue de forma pingada

Recurso repassado esta semana à UFSM dá conta apenas de agosto


Recurso para a universidade a partir de setembro segue indefinido

O governo federal repassou à UFSM na última segunda (6) uma verba correspondente a R$ 6 milhões, ou 5% do orçamento. A informação é do pró-reitor de Planejamento, economista Frank Casado. Esse recurso, conforme o pró-reitor, é suficiente para dar conta dos compromissos do mês de agosto. Para setembro, segue a perspectiva de aumentarem as dificuldades caso o governo mantenha esse arrocho orçamentário.

A destinação de 5% à UFSM parece ter sido uniforme a todas as instituições. Entretanto, a crise orçamentária não afeta cada uma da mesma forma. O site da ADUFRJ (seção sindical dos docentes da Federal do Rio), publicou que a universidade também recebeu 5%, que equivale a um valor de R$ 16 milhões. Entretanto, a crise naquela universidade é bastante grave. Segundo informação do pró-reitor de Finanças, apenas uma fatura com a concessionária de energia (Light) atinge R$ 4,5 milhões. Há ainda, segundo a Administração da UFRJ, dívida acumulada com outras concessionárias e empresas terceirizadas.

O contingenciamento estressa as gestões universitárias, mas, além disso, a falta de cumprimento em acordos mínimos para o repasse orçamentário também causa indignação. Conforme notícia publicada pelo site ‘Plural’, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino (Andifes) tem tentado, mas não conseguido, que o governo libere R$ 1,3 bilhão para as universidades, valor aprovado pelo Congresso no mês de junho, quando da aprovação do orçamento impositivo.

O temor agora é de que, com o novo contingenciamento de R$ 348 milhões no Ministério da Educação (MEC), a liberação do dinheiro não aconteça. A preocupação vai mais longe, com a possibilidade de que a verba para as universidades possa ser condicionada à adesão das instituições ao programa ‘Future-se’. “Estamos lutando para reverter o bloqueio. A manutenção compromete o funcionamento regular de todo o sistema. No momento, o contingenciamento tem sido aflitivo”, avaliou o presidente da Andifes, João Salles, em depoimento ao ‘Plural’.

Texto: Fritz R. Nunes com informações dos site da Adufrj e Plural

Foto: Arquivo/Sedufsm

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

 

 



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