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O Reencontro

Por:  Júlio Cezar Colvero*

Escrevi este artigo no dia 1º de abril. Ao escrevê-lo, lembrei-me que o dia 1º de abril é o dia dedicado ao trote, a mentira hilariante- ao dia dos bobos. Porém, ao meditar, ocorreu-me que o Monte Pascoal foi avistado também neste mês, e, o Brasil descoberto. Também na madrugada de 1º de abril de 1964, uma insurreição ocorreu no país, criando um novo regime.

Na busca de outros elementos datados neste mês, lembramos que ainda celebra-se a data do Exército Nacional, justamente, da vitória brasileira nos Guararapes. A nossa Força Expedicionária (FEB) aniversaria também em abril, coberta de glórias pela epopéia da libertação de área ocupada na Europa, precisamente na Itália.

O mártir da independência de nossa terra, o imortal alferes Tiradentes- Joaquim José da Silva Xavier-, teve o seu suplício no dia 21 de abril. Assim, usamos a retrospectiva histórica porque o dia indicado nos trouxe à memória os fatos descritos.

Mas, o objetivo maior deste artigo é relembrar às lideranças universitárias, mormente, a educadora de líderes que sem dúvidas foi, a Sra. Gertrudes da Fonseca Pires, falecida em 23/03/05, mãe do presidente da SEFUSM, e do inolvidável Sérgio Pires.

Naquela época em que não havia sindicato, Sérgio Pires representava a APUSM. Sérgio, com seu sorriso envolvente acorria a Brasília, na defesa da Universidade e seus componentes, representando, além da Academia, os desejos e aspirações docentes.

Por que o reencontro, título deste artigo? Reencontro porque o Sérgio, que certamente, mantém o seu sorriso inesquecível, recebeu no astral, sua querida mãe, desencarnada nos idos de março! Dizemos isto porque convictos da vida após a morte, os espíritos de vibração semelhante encontram-se e mutuamente auxiliam os recém-chegados.

A nossa convicção dita que esta passagem de plano – o terrestre para o astral – a vida continua plena no seu caminho de emancipação espiritual. A oportunidade do reencontro determina a evolução do ente humano que na realidade é um espírito com corpo e não o contrário.

Quis o supremo arquiteto do mundo que D. Gertrudes gerasse líderes, amantes da boa causa e solícitos no cumprimento de suas missões terráqueas e, certamente, mantém-se na espiritualidade. Gostamos de reafirmar, de dizer sempre que: MORREM HOMENS, NÃO MORREM IDEAIS.

* SEDUFSM



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