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A faxina começou

Por:  Nilton Bertoldo*

Esses políticos populistas de araque começaram a cair, de podres que são. A limpeza – usando o verbo no futuro do pretérito (antigo condicional) – deveria ter começado em 2005, com o metalúrgico Luís Inácio, que escapou por pouco do “impeachment”, por ocasião do suposto mensalão. Mas, infelizmente, o primeiro da fila foi um tal de Zelaya, lá da América Central, cuja guarida política foi dada pela embaixada tupiniquim (brasileira), acolá, no país dele.

O segundo a sair do poder, foi o garanhão reprodutor, o bispo Lugo, ex-presidente do Paraguai, deposto legitimamente pelo Congresso deles. Esse sujeito prometeu mundos e fundos ao valoroso povo paraguaio, porém, como os demais populistas de outras republiquetas latino-americanas, nada cumpriu. Estimulou ainda o acirramento dos ânimos entre os sem-terra deles e os chamados brasilguaios, brasileiros que vivem no Paraguai. Foi omisso também na questão de invasão de terras, adquiridas legalmente por brasileiros, por aqueles ranhentos, cujo resultado foi desastroso: o confronto com as forças de segurança contabilizou, no final, 17 mortos.

A terceira defecção dessa escória política aconteceu no México. Volta ao poder pelo voto um representante do Partido Revolucionário Institucionalista (PRI), que já esteve governando o país durante 70 anos. Lá foi a mesma situação. O PRI, retirado do poder através do voto, por mais um populista fajuto que como os seus demais parentes nunca cumpriu o que prometeu, retorna agora vitorioso e coberto de glórias.

Porém, a maior patuscada nessa história toda foi patrocinada pelo representante do canceroso falastrão Hugo Chávez, presidente da Venezuela, que teve o topete de tentar aliciar generais do exército paraguaio para impedir a queda do bispo garanhão. Entretanto, ainda estão faltando cinco. Pela ordem:

- O canastrão Rafael Correa, presidente do Equador. Este também não gosta da imprensa. Perseguiu jornalistas; um teve que se asilar numa embaixada e dois fugiram do país com medo de serem mortos.

- O índio cocalero Evo Morales, presidente da Bolívia. Esse sujeitinho teve a audácia – ele já sabia que não ia acontecer nada – de invadir a refinaria da Petrobrás na Bolívia, com a sua tribo de índios fantasiados de militares, e ocupá-la. Na ocasião, o metalúrgico Luís Inácio, então presidente do país de opereta, nada fez.

- A deslumbrada e trapalhona Cristina Kirchner, presidente da Argentina. Ela adora Botox (aquele produto usado para esconder as rugas). Atentem ao procedimento dela em relação as exportações do Brasil para lá.

- Os irmãos Castro, Fidel e Raul, de Cuba, berço da democracia. Lá tem eleições todos os anos (ha,ha,ha).

Esses são supostos assassinos de opositores políticos.

O melhor seria colocá-los em qualquer meio de transporte e bani-los para a Coréia do Norte, que é o lugar ideal para eles!

(Publicado em A Razão de 13.07.2012)

* UFSM



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