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02/02/2016   02/02/2016 18h31 | A+ A- | 1305 visualizações

Texto do 35º Congresso prevê cartilha sobre saúde docente

Proposta para orientar pesquisa foi apresentada de forma conjunta pela Apufpr e Sedufsm


Pesquisa sobre saúde docente já foi implementada pela Sedufsm e Apufpr

Foi aprovado durante o 35º Congresso do ANDES-SN, em Curitiba (PR), o texto (TR-42), apresentado pela Apufpr e Sedufsm, que prevê a construção de uma cartilha de orientação (diretrizes gerais) para as seções sindicais com o objetivo de realizar a pesquisa sobre saúde docente. Conforme o professor Gianfábio Franco, do departamento de Enfermagem em Palmeira das Missões, também diretor da Sedufsm, a deliberação é importante no sentido de instruir melhor a aplicação dessa pesquisa, que foi definida em eventos do ANDES-SN. Dentre esses eventos, o 57º Conad, o Encontro de Saúde do Trabalhador e na Oficina Inter-regional II da Pesquisa sobre saúde e adoecimento docente.

A Sedufsm, assim como a Apufpr, foram as seções sindicais que saíram na frente e colocaram em prática uma pesquisa junto aos docentes em suas respectivas universidades, levando em conta um instrumento-piloto.  Gianfábio ressalta que ao longo de mais de dois anos, as duas seções sindicais, com o apoio do ANDES-SN, vêm trabalhando na divulgação e aplicação de questionários nos âmbitos de sua jurisdição representativa.

A Apufpr apresentou no mês de outubro de 2015 uma prévia dos resultados da pesquisa realizada. Já a Sedufsm, segundo explica Franco, prevê para o próximo mês de março, a divulgação pelos meios de comunicação sindicais, dos dados preliminares obtidos junto aos 139 docentes que compuseram uma amostra aleatória de participantes da pesquisa.

O diretor da Sedufsm destaca também que “o ANDES-SN detém um papel importante na otimização deste trabalho inédito, oferecendo subsídios organizacionais e não medindo esforços para que todas as seções sindicais tenham as condições necessárias para implementação da pesquisa.” Para Franco, “o docente federal necessita de atenção, se reconhecer e ser reconhecido como trabalhador e trabalhadora e entender que agravos decorrentes do seu trabalho podem ser minimizados e até mesmo evitados quando passamos a identificar os fatores desencadeantes do desgaste laboral”.

Texto e foto: Fritz R. Nunes

Assessoria de imprensa da Sedufsm



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Comentários



Gianfábio Franco disse...

Dia 03/02/16 às 11:26

Grande avanço!!! Compromisso institucional!!!



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