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09/03/2017   09/03/2017 22h24 | A+ A- | 2067 visualizações

Assembleia aprova paralisação no dia 15 de março

Docentes da UFSM aderem à mobilização do Dia Nacional de Luta e Paralisações


Professor Julio Quevedo ressaltou que reforma da previdência está no centro das ações de resistência

Em assembleia ocorrida nesta quinta à tarde, no Auditório Loi Berneira (prédio “C” da Química), os professores aprovaram uma paralisação de 24h na próxima quarta, 15 de março, com uma agenda de mobilização. O protesto segue orientação nacional do ANDES-SN e das principais centrais sindicais, contrárias às contrarreformas da previdência e a trabalhista.

Durante a plenária, o presidente da Sedufsm, professor Júlio Quevedo, fez um breve relato das deliberações do 36º Congresso do ANDES-SN, final de janeiro, em Cuiabá (MT), no qual mais de 300 docentes de todo país colocaram como o centro dos debates e das ações de resistência, os projetos do governo Temer contra a Previdência e contra os direitos trabalhistas.

Uma reunião de diretoria que acontece na sede da Sedufsm, nesta sexta à tarde, dia 10, irá definir os detalhes sobre as atividades que ocorrerão na quarta, 15 de março. Entretanto, a assembleia já deliberou positivamente em relação a uma panfletagem no início da manhã, um debate logo na sequência, e a participação no ato público que está sendo chamado pela Frente Combativa em Defesa do Serviço Público, a partir das 16h, na praça Saldanha Marinho. Acompanhe as propostas de atividades para quarta, dia 15.

7h30min- Panfletagem no arco de entrada do campus de Camobi, com material sobre a reforma da previdência;

9h- Debate sobre a contrarreforma da previdência (palestrante e local ainda serão definidos);

16h- Ato público na praça Saldanha Marinho (programação conjunta com a  Frente em Defesa do Serviço Público).

Havendo possibilidade, também se pensa em organizar um debate sobre a contrarreforma da previdência, no turno da noite, no campus da UFSM em Camobi.

Resistir é preciso

Para o professor Adriano Figueiró, atual conselheiro da Sedufsm e ex-presidente da entidade, as atividades de mobilização precisam ser pensadas para além de 15 de março. O ano será difícil do ponto de vista da série de ataques contra direitos, entretanto, como destaca o slogan da camiseta lançada pela Sedufsm: “Resistir é preciso”.

Figueiró citou que o momento é de muita gravidade e lembrou do debate da última terça, no auditório da Sedufsm, em que o professor David Lobão apresentou um dado novo e bastante crítico da proposta neoliberal do governo Temer para a previdência: - depois de 49 anos de contribuição e 65 anos de idade, a pessoa terá que se aposentar pela média simples de todas as contribuições, geralmente um rebaixamento nunca antes visto no valores das aposentadorias. Leia mais a respeito aqui.

Conselho fiscal

Durante a assembleia também foram eleitos os novos membros titulares e suplentes do Conselho Fiscal da Sedufsm. Cabe aos integrantes do Conselho, analisar as contas da entidade e emitir parecer sobre essas para deliberação em plenária da categoria. Foram escolhidos três docentes titulares e quatro suplentes. São eles (e elas):

Titulares- Abel Panerai Lopes; Rodrigo Cordeiro Bolzan e Leila Wolf.

Suplentes- Nilton Bertoldo; Maria Beatriz Carnielutti, Lúcia de Fátima Royes Nunes e Silvana Grunewaldt.

Texto: Fritz R. Nunes

Fotos: Fritz Nunes e Ivan Lautert

Assessoria de imprensa da Sedufsm



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