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20/06/2017   20/06/2017 15h29 | A+ A- | 963 visualizações

Assembleia docente aprova construção da greve geral

Sindicato convidará demais segmentos para mobilização visando ao dia 30 de junho


Plenária aprovou elaboração de 'carta aberta' às três chapas que concorrem na consulta à reitoria

Em assembleia ocorrida na manhã desta terça, no Auditório B1 (junto ao prédio 17, dos Básicos), os professores aprovaram a adesão à greve geral em 30 de junho (24h de paralisação), em oposição à perda de direitos que constam na reforma trabalhista, reforma previdenciária e lei das terceirizações. Na plenária da categoria foram aprovados alguns encaminhamentos com o objetivo de construção da greve geral. Um deles é a formação de uma Comissão de Mobilização, para a qual serão convidados estudantes e servidores técnico-administrativos. O objetivo, conforme explicou o vice-presidente da Sedufsm, professor João Carlos Gilli Martins, é envolver os três segmentos em atividades como panfletagem e visita às salas de aula, buscando dialogar sobre a importância do protesto previsto para o final deste mês.

Durante a assembleia também foi aprovada a elaboração de uma “carta aberta” às três chapas que concorrem na consulta à reitoria da UFSM. A proposta, levantada pelo vice da Sedufsm, objetiva solicitar que, neste momento em que se debate o futuro da UFSM, os futuros gestores (ou gestoras) enfatizem em suas campanhas os temas das reformas do governo federal, que, conforme Gilli Martins, estão imbricados com a realidade universitária. Dentre os participantes da plenária, algumas ponderações de que o envolvimento da comunidade no debate da sucessão à reitoria pode estar freando um pouco o engajamento na mobilização à paralisação do dia 30 de junho.

O professor João Carlos Gilli Martins, que além de diretor da Sedufsm integra a Frente Combativa em Defesa do Serviço Público e a Executiva Estadual da CSP-Conlutas, também fez um relato sobre a conversação com as demais centrais sindicais em Santa Maria. Já ocorreram várias reuniões com o intuito de construir, de forma unitária, a greve geral em nível local. Nesta quarta, 21, haverá novo encontro com caráter organizativo, a partir das comissões já estruturadas. Gilli destacou que um elemento que tem dificultado um pouco a construção da paralisação, em âmbito nacional, é que a Força Sindical tem dialogado com o governo federal, abrindo negociação paralela, o que pode enfraquecer o movimento.

62º Conad

Durante a plenária desta manhã também foi colocado em discussão o envio de delegados e observadores ao 62º Conselho do ANDES-SN (Conad), evento que ocorrer de 13 a 16 de julho, em Niterói (RJ). Conforme o presidente da Sedufsm, professor Júlio Quevedo, em função dos gastos que têm sido efetuados constantemente, com mobilizações e greves, a diretoria sugeriu que apenas um delegado seja enviado ao evento nacional do sindicato, sem presença de observadores. A assembleia aprovou a proposta da diretoria, que era de encaminhar como único delegado, o presidente da entidade, professor Quevedo.

Sala no campus

Antes do encerramento, na parte dos assuntos gerais, o professor Julio Quevedo falou sobre o fato de o sindicato ter obtido, temporariamente, junto à direção do CCNE, uma sala no campus para atendimento aos professores. Essa sala se localiza entre os auditórios B1 e B2, em frente ao prédio 17. O presidente da Sedufsm enfatizou que há uma funcionária do sindicato atendendo aos professores nos turnos da manhã e tarde. Quevedo lembrou ainda que a assessoria jurídica do sindicato tem atendido neste local, no campus, às quintas-feiras, das 14h às 18h, além do atendimento já usual, nas terças pela manhã, na sede da Sedufsm, no centro.

Texto e fotos: Fritz R. Nunes

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

 



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