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20/06/2017   20/06/2017 19h01 | A+ A- | 334 visualizações

Terça foi de “esquenta” para a Greve Geral em Santa Maria

Paralisação nacional ocorre em 30 de junho


Panfletos foram distribuídos no 'paradão' da rua Rio Branco

A nova Greve Geral brasileira só ocorrerá no próximo dia 30. Contudo, nessa terça-feira, 20, foram marcadas mobilizações em todo o país, numa espécie de “aquecimento” ou “esquenta” para a Greve. Em Santa Maria, por exemplo, um ato aconteceu a partir das 16h, na Praça Saldanha Marinho, no Calçadão Salvador Isaía e no ‘paradão’ da rua Rio Branco. Durante a atividade, foram entregues panfletos à população, convidando-a a se integrar à Greve, que, como explica o vice-diretor da Sedufsm, João Carlos Gilli Martins, tem cinco pontos centrais de luta:

- Contra a Reforma Trabalhista;

- Contra o desmonte da Previdência Social;

- Pela revogação da Lei das Terceirizações;

- Por nenhum direito a menos;

- Pelo Fora Temer.

Tais eixos de mobilização foram definidos em unidade pelas centrais sindicais nacionalmente. E esse movimento de unificação também vem reverberando em Santa Maria, onde, desde a última segunda-feira, 12, as centrais reúnem-se para debater um calendário unificado visando à mobilização e à efetivação da Greve Geral de 30 de junho na cidade. Na quarta-feira passada, 14, uma plenária unificada, ocorrida no Sindicato dos Comerciários, reuniu a base de diversos sindicatos e também movimentos sociais e populares.

“Iremos elaborar um panfleto comum das centrais sindicais e também faremos mobilização nos bairros da cidade, como Tancredo Neves, Santa Marta e Cohab Fernando Ferrari”, explica Gilli, que também é representante da CSP-Conlutas. Ele lembra que nesta quarta-feira, 21, ocorre nova plenária no Sindicato dos Comerciários, às 19h30, para seguir organizando a Greve Geral. O Sindicato fica na rua Venâncio Aires, 1621, e as reuniões são abertas a todos e todas que desejarem participar.

“Estamos batalhando para que essa Greve seja ainda mais forte que a do dia 28 de abril, pois nossos direitos continuam sendo retirados e somente a classe trabalhadora, organizada e mobilizada, é capaz de tirar o Temer do poder”, conclui Gilli.

 

Texto e foto: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm



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