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01/07/2017   01/07/2017 13h21 | A+ A- | 474 visualizações

Dia de Greve Geral mobilizou milhares de trabalhadores em todo o país

Em Santa Maria, protesto encerrou a data reivindicando ‘Fora Temer e suas reformas’


Manifestação da greve no final da tarde de sexta, 30

Passeatas, trancamento de rodovias, avenidas e empresas de ônibus, paralisações, barricadas. Esse foi o cenário em diversas cidades brasileiras na sexta-feira, 30 de junho, data da segunda Greve Geral do país no ano de 2017. Na pauta, a recusa dos(as) trabalhadores(as) aos projetos de Reforma Trabalhista e Previdenciária, a exigência de revogação da Lei da Terceirização e a denúncia acerca da insustentabilidade de Michel Temer na presidência da República. Em Santa Maria, desde as primeiras horas da manhã já eram realizados bloqueios de empresas de ônibus e do arco de entrada da UFSM, como pode ser lido aqui.

Docentes e técnico-administrativos em educação da UFSM, assim como bancários, municipários e professores do município aderiram à greve. Mas, na manifestação que encerrou a sexta-feira, viu-se uma grande diversidade de categorias, que se faziam presentes com faixas e bandeiras, em cujos dizeres liam-se as defesas de ‘Nenhum direito a menos’ e de ‘Fora Temer’.

Concentrados desde a metade da tarde na praça Saldanha Marinho, estudantes, trabalhadores(as), centrais sindicais e movimentos sociais saíram em marcha por volta das 17h, percorrendo as ruas Rio Branco, Acampamento e Riachuelo. Veja mais fotos da manifestação na página de Facebook da Sedufsm, onde também é possível encontrar um vídeo com imagens da Greve Geral desta sexta em Santa Maria.

Nacionalmente, foram muitas as categorias que decidiram aderir à paralisação da última sexta, dentre essas metalúrgicos, petroleiros, bancários, trabalhadores dos Correios, construção civil, professores e servidores públicos. Para Luiz Carlos Prates, o Mancha, dirigente da CSP-Conlutas, a greve do dia 30 de junho mostrou, mais uma vez, a disposição de luta da classe trabalhadora.

“Para nós, da CSP-Conlutas, não há espaço para conversas com este governo moribundo, que não tem como continuar no poder se seguirmos com a mobilização dos trabalhadores. Aqueles que pensavam que o dia 30 seria fraco estão vendo as notícias que chegam do país inteiro. As centrais que vacilaram, no último momento, na construção da Greve Geral, cometeram um grande equívoco. Hoje é mais um recado para o governo e para todas as centrais sindicais, de que não podemos negociar com este governo e que nenhuma medida provisória vinda do Temer vai atender aos nossos interesses. Precisamos avançar com nossa luta”, afirmou Mancha.

A CSP-Conlutas confeccionou um mapa interativo das mobilizações em todo o país. Para saber como foi a Greve Geral em outros estados, clique aqui

 

Texto: Bruna Homrich, com informações de CSP-Conlutas

Fotos: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm



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