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21/07/2017   21/07/2017 15h45 | A+ A- | 125 visualizações

ANDES-SN divulga a Carta de Niterói

Documento sintetiza principais decisões do 62º Conad


Eblin Farage, presidente do ANDES-SN, na mesa de abertura do 62º Conad

O ANDES-SN divulgou nessa sexta-feira (21), a Carta de Niterói. O documento traz uma síntese das deliberações do 62º Conad do Sindicato Nacional, realizado na cidade fluminense entre 13 e 16 de julho desse ano. O evento contou com a participação de 268 docentes entre delegados, observadores e diretores nacionais, representantes de 70 seções sindicais do ANDES-SN.

O documento destaca o lançamento da campanha de combate ao assédio sexual, a atualização da Cartilha “Contra todas as formas de assédio, em defesa dos direitos das mulheres, das/os indígenas, das/os negras/os e das/os LGBT”, a criação da Comissão Permanente de Enfrentamento ao Assédio, na estrutura da Diretoria Nacional do ANDES-SN, a ser regulamentada e incorporada ao Estatuto do 37º Congresso do ANDES-SN, e a constituição de uma Comissão de Enfrentamento ao Assédio, regulamentada nos regimentos dos Congressos e CONAD, com a função de receber e apurar denúncias de assédio sexual e moral e de realizar ações educativas durante as atividades desses eventos.
 
Dentre as diversas deliberações aprovadas pelos participantes do Conad, os participantes do encontro reafirmaram a linha política do Sindicato Nacional e a atualizaram as consignas aprovadas no 36º Congresso, realizado em janeiro desse ano, em Cuiabá (MT). “Barrar e revogar as contrarreformas; construir uma nova greve geral; Fora Temer! Contra a política de conciliação de classes; eleições diretas e gerais já, com novas regras!” são os eixos que irão orientar as ações do ANDES-SN no próximo período, até o 37º Congresso da entidade, que acontecerá no início de 2018, em Salvador (BA).

“Os (as) lutadores e lutadoras reconheceram e reafirmaram a unidade na luta como imperiosa necessidade do momento – unidade que, sendo síntese do diverso, tem de ter como vetor central derrotar a agenda regressiva que ataca os direitos dos(as) trabalhadores e trabalhadoras e posicionar-se em face da crise política e institucional que tem por centralidade as demandas do trabalho”, aponta o documento.
 
Confira aqui a íntegra da carta.

Fonte e foto: ANDES-SN
Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)

 



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