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09/08/2017   10/08/2017 14h47 | A+ A- | 212 visualizações

Rock’n’roll e música clássica no jornal da Sedufsm

Edição de agosto transita entre o Oboé e o Death Metal


Capa da edição de Agosto, que traz matéria sobre o futuro da universidade pública

A muitos pode parecer que existe uma grande distância entre a música erudita e as vertentes mais ‘pesadas’ do rock. Contudo, a edição de agosto do jornal da Sedufsm aborda ambos os gêneros na mesma página, mostrando que, na categoria docente, há professores que partilham gostos dos mais variados. Enquanto Lucius Mota, docente goiano que chegou à UFSM em 2011, é apaixonado pelo instrumento Oboé, tendo, inclusive, fundado o curso em nossa instituição, Carlos Armani, do departamento de História, integra, desde a adolescência, bandas de Death Metal, subgênero dos mais barulhentos do rock.

Nesta edição do jornal, já nas caixas de correspondência dos sindicalizados e disponível para leitura online aqui, o leitor encontra um texto de Perfil sobre um dos três professores de Oboé da região Sul, ex-instrumentista da Orquestra Sinfônica de Goiânia e atual chefe do departamento de Música da UFSM. Mota conta um pouco sobre sua relação com o instrumento, considerado de baixa popularidade não só no Brasil, como no mundo, visto que ficou bastante restrito ao universo da música erudita. Além disso, o Oboé é considerado o mais difícil dentre os instrumentos de sopro e tem um alto custo no mercado.

Dadas essas dificuldades na popularização do Oboé, Mota comenta que os professores têm de se esforçar em dobro, pois, além de serem bons na docência, ainda carregam as tarefas de divulgar o instrumento e torná-lo mais acessível aos alunos, despertando nesses a paixão e o interesse necessários para seguir os estudos, não obstante as dificuldades.

A matéria na íntegra está na página 8 do jornal. Abaixo, confira um pouquinho do som produzido pelo Oboé. No vídeo, filmado pela Assessoria de Imprensa da Sedufsm, quem toca é o próprio Lucius Mota.

Se o Oboé não é lá muito popular no país, do Death Metal não se pode dizer o mesmo. Embora não tenha caído na graça do povo como os gêneros mais suaves e ‘clássicos’ do rock’n’roll, é certo que o estilo carrega consigo legiões de admiradores. Dentre eles está Armani, docente de História e baterista da banda santa-mariense Human Plague. A reportagem, também localizada na página 8, faz alusão ao Dia Mundial do Rock, comemorado, no Brasil, em 13 de julho.

Armani traz a visão de alguém que vive esse ambiente, e lança algumas reflexões sobre as disputas ideológicas no rock’n’roll, considerado por ele, mais que um estilo musical, uma forma de ver o mundo. O docente comenta sobre posições conservadoras e preconceituosas propagadas por bandas do gênero Metal, contrapostas, contudo, por grupos dentro dessa mesma ‘cena’ cultural que apresentam vieses progressistas. “O rock é, sim, um modo de vida. Porém, nem sempre rebelde”, problematiza.

Luta pela sobrevivência

Nas páginas centrais da edição de agosto (4 e 5), o leitor encontrará uma reportagem sobre o futuro sombrio que se desenha para a universidade pública brasileira. A partir de um breve inventário das políticas implementadas, ao longo dos últimos anos, na educação superior, os(as) entrevistados(as) apontam para um projeto de caráter neoliberal, que caminha rumo à desresponsabilização do Estado para com a educação, cada vez mais empurrada, devido à falta de verbas, ao setor privado.

O jornal da Sedufsm ainda traz as deliberações do 62º Conselho do ANDES-SN (Conad, pg.7), uma entrevista com a professora da UFPel, Rejane Jardim, sobre assédio sexual (pg. 6) e as novas parcerias firmadas pela Sedufsm para melhor atender a seus filiados (pg.3).

Texto: Bruna Homrich

Foto: J.Adams Propaganda

Vídeo: Ivan Lautert

Assessoria de Imprensa da Sedufsm



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