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14/08/2017   14/08/2017 16h18 | A+ A- | 253 visualizações

Novos recursos para universidades apenas “aliviam” situação

Pró-reitor da UFSM diz que situação só melhora com liberação de 100% do orçamento


Os pró-reitores Frank Casado e José Segalla, da UFSM

Na última sexta, 11, conforme divulgado pela imprensa, o Ministério da Educação anunciou aos reitores, através da Associação Nacional dos Dirigentes (Andifes), mais uma liberação de recursos (R$ 450 milhões no total) em conta-gotas para as universidades federais, o que vem ocorrendo desde o início deste ano. Conforme o noticiado, o governo federal liberou mais 5% para custeio da máquina e outros 5% para investimento. Com isso, os gastos em custeio sobem de 70% para 75% (do total orçamentário) e os recursos para serem investidos sobem de 40% para 45% do total previsto para este ano.

Para o pró-reitor de Administração da UFSM, José Carlos Segalla, a decisão governamental minimiza os efeitos do quadro atual. Já Frank Casado, pró-reitor de Planejamento da UFSM, considera que a medida “alivia” as contas da instituição por mais um mês. Contudo, destaca ele, a situação só vai deixar de ser grave depois que o governo liberar 100% do orçamento previsto para este ano no que se refere a custeio e capital.

Em relação a novas adequações orçamentárias, para fazer frente ao contingenciamento orçamentário, os pró-reitores afirmam que os estudos se mantêm. No semestre passado, o reitor da UFSM, professor Paulo Burmann, em visita à Câmara de Vereadores, disse que se não houvesse liberação orçamentária, a universidade tinha recursos para continuar funcionando até setembro. Contudo, em evento promovido por sindicatos e DCE, no dia 2 de agosto, Burmann frisou que a instituição não deixará de funcionar, mas que existe uma previsão de que o déficit orçamentário de 2017 seja próximo de 20 milhões de reais.

No último dia 27 de julho, o ANDES-SN solicitou uma audiência com o ministro Mendonça Filho, do Ministério da Educação (MEC), para tratar do impacto do corte de verbas nas Instituições Federais de Ensino (Ifes), além de falar sobre outros temas, como a nomeação de concursados. Leia mais aqui sobre esse pedido de audiência. E aqui sobre a flexibilização no contingenciamento dos recursos das federais.

Texto: Fritz R. Nunes

Foto: Bruna Homrich

Assessoria de imprensa da Sedufsm



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