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06/09/2017   06/09/2017 18h50 | A+ A- | 216 visualizações

Palestra aborda projeto de construção de sedes sindicais

Sedufsm trouxe professora da UFPel para partilhar experiências


da esq.: Professora Ana Lúcia de Oliveira; professor Júlio Quevedo e Benoine Poll, da Proinfra

Um debate organizado na noite de terça-feira, 5, trouxe a experiência da Associação dos Docentes da UFPel (ADUFPel-Ssind), que está em processo de construção da sua nova sede. Ana Lúcia Costa de Oliveira, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPel e membro da diretoria da seção sindical, contou um pouco sobre as etapas do projeto, desde sua concepção até a realização de concurso público.

A Sedufsm, proponente do evento, também pleiteia, desde 2002, uma sede nova para a entidade, e por isso convidou a docente de Pelotas para contribuir no debate, tendo em vista o estágio avançado em que se encontra a construção da nova sede da ADUFPel. Da mesa também participou Benoine Josué Poll, responsável pela Coordenadoria de Obras e Planejamento Ambiental e Urbano da Pró-reitoria de Infraestrutura e pró-reitor Adjunto de Infraestrutura na UFSM.

Ana Lúcia explica que a ADUFPel já possui uma sede, contudo, o espaço, embora bonito, carece de funcionalidade. Por exemplo, o telhado translúcido dificulta a comunicação dos docentes quando reunidos em assembleia nos dias chuvosos, dado o alto barulho da água no telhado.

Outra dificuldade é no que tange ao auditório, necessário às plenárias e demais atividades concernentes à categoria. Ocorre que o Corpo de Bombeiros não concedeu autorização para a construção da sala, visto que aquela parte do terreno que abriga a atual sede não teria as condições para obtenção do Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI).

Então, foi comprado um terreno na rua Quinze de Novembro, na qual já estão instaladas a sede da ASUFPel (Sindicato dos servidores técnico-administrativos em educação da UFPel) e a própria Câmara de Vereadores da cidade. Ou seja, a rua que abrigará a nova sede facilita a comunicação e a própria mobilização política.

Concurso público

Para dar sequência à concretização da nova sede, Ana Lúcia conta que foi realizado um concurso público, divulgado por meio de edital, que premiou os três melhores projetos. O primeiro lugar, projeto que será levado a cabo, contempla, dentre outros espaços, as salas específicas 

para atuação dos setores profissionais da seção sindical, cozinha, espaço de recreação para crianças e o próprio auditório.

Durante a palestra, a docente apresentou slides com detalhes do projeto arquitetônico, salientando que a ideia é de um local que propicie as condições para o debate e organização política da categoria, mas também oportunize a confraternização e atividades culturais.

Também foram valorizadas propostas com vieses sustentáveis, como hortas e reaproveitamento de materiais. As dimensões do terreno que abrigará a nova sede da ADUFPel são de 17,70m x 45m.

Sedufsm no campus

Benoine Poll veio ao evento como representante da reitoria da UFSM, convidada pela Sedufsm para integrar a mesa de debates. Ele explica que desde o início, o reitor Paulo Burmann mostrou-se favorável ao projeto da sede no campus, contudo o pró-reitor Adjunto de Infraestrutura defendeu a publicação de um edital aberto para que todas as entidades interessadas em constituírem sedes no campus de Camobi pudessem se inscrever.

Atualmente, segundo Poll, o processo está com o setor jurídico da universidade. Ele ainda salientou que é responsável por cuidar da parte técnica dos projetos, não sabendo informar detalhes sobre sua tramitação no interior da instituição.

O professor Júlio Quevedo, presidente da Sedufsm, lembra que há uma diferença entre a nova sede da ADUFPel e a futura sede da Sedufsm. Enquanto a primeira será instalada em uma rua de Pelotas, em Santa Maria a ideia é que a seção sindical migre para o campus. Isso decorre, em muito, das especificidades das instituições, já que a UFPel é descentralizada, com campis em vários pontos da cidade, e a UFSM em Santa Maria centraliza-se, quase que inteiramente, em Camobi.

Quevedo também lembra que a Sedufsm já está há um bom tempo no aguardo da publicação do edital para a construção da sede, e que em todas as reuniões da diretoria com a Administração Central, esse assunto é, de alguma forma, abordado.

Hugo Gomes Blois Filho, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo e diretor da Sedufsm, destacou a importância de que Poll levasse a cobrança dos docentes à reitoria para que se tenha uma definição mais clara sobre o processo.

Já Quevedo destacou que a construção de uma sede para a Sedufsm no campus da UFSM é uma reivindicação da base de professores, que têm a necessidade de estarem mais próximos ao sindicato.

 

Texto e fotos: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm

 



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