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30/11/2017   30/11/2017 19h01 | A+ A- | 898 visualizações

Assembleia docente aprova greve de 24h no dia 5 de dezembro

Protesto atende convocação nacional para barrar a Reforma da Previdência


A assembleia docente na UFSM, que ocorreu na tarde desta quinta (30), no Auditório Sérgio Pires, aprovou greve de 24h na próxima terça, dia 5 de dezembro. O protesto está sendo chamado pelas principais centrais sindicais do país e tem por objetivo barrar a proposta de Reforma da Previdência. Uma comissão para participar de atividades de mobilização e organização ad agenda do dia 5 foi retirada na plenária. Nesta sexta (1º), às 10h, tem reunião no lonão da Assufsm, em frente ao prédio do CCNE, em Camobi.

Durante o debate sobre a atual conjuntura, o vice-presidente da Sedufsm, professor João Carlos Gilli Martins, destacou a importância da mobilização para barrar os ataques aos direitos dos servidores públicos e da sociedade em geral, perpetrados pelos donos do capital. Segundo ele, existe em escala planetária uma “guerra social contra a classe trabalhadora”.

Abel Panerai Lopes, professor aposentado do Centro de Ciências Rurais da UFSM, demonstrou preocupação com a ausência da categoria docente dos debates sobre temas que afetam à grande maioria, e que é preciso pensar novas estratégias de comunicação. Por sua vez, o professor Julio Quevedo, presidente da Sedufsm, fez um pequeno desabafo. Segundo ele, muitos docentes perguntam o que o sindicato vai fazer diante da quantidade de projetos e medidas que retiram direitos, mas não comparecem às assembleias, espaço em que são discutidas justamente as estratégias para se defender desses ataques.

Moções aprovadas

Durante a assembleia desta tarde também foram aprovadas duas moções: uma de repúdio, contra atos racistas na universidade e contra medidas autoritárias por parte da Reitoria no caso da ocupação do prédio da Administração Central; e uma moção de solidariedade à greve dos servidores técnico-administrativos da UFSM. No caso da moção de apoio aos técnicos, a aprovação foi rápida. Já em relação à moção de repúdio, houve bastante debate, com diversas contribuições da plenária.

A professora Laura Fonseca, do curso de Serviço Social, frisou a necessidade de haver uma posição solidária à ocupação estudantil, mas também que, além de enviar o conteúdo da moção ao reitor, também deveria se fazer uma cobrança de posicionamento da direção do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), unidade mais atingida pelas práticas discriminatórias. A partir dessa argumentação, a assembleia decidiu por enviar o documento a todas as direções de Centro.

O professor aposentado, Getulio Lemos, que é também conselheiro da Sedufsm, defendeu que o conteúdo da moção de repúdio fosse divulgada via jornal e rádio, opinião que foi referendada pelos participantes da assembleia. Posteriormente, divulgaremos a íntegra das duas moções em nosso site.

Texto e foto: Fritz R. Nunes

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

 

 



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