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06/12/2017   06/12/2017 14h38 | A+ A- | 94 visualizações

Confira a íntegra das moções aprovadas na assembleia do dia 30

Docentes aprovaram moção de apoio à greve dos TAEs e de repúdio ao racismo


Assembleia do dia 30 de novembro aprova moção de repúdio

Na assembleia ocorrida na quinta, 30 de novembro, os docentes aprovaram duas moções. Uma delas, de apoio à greve dos servidores técnico-administrativos da UFSM. A outra, de repúdio a atos racistas na instituição e também contra medidas arbitrárias da reitoria, exortando ao diálogo com os estudantes que ocupavam o prédio da Administração. Confira a seguir a íntegra das moções.

Moção de apoio à greve dos técnico-administrativos da UFSM 

“Os docentes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), reunidos em Assembleia Geral da categoria docente, realizada em 30 de novembro de 2017, às 14h, no Auditório Sérgio Pires, apoiam a greve dos Técnico-Administrativos em Educação da UFSM. O movimento grevista é coordenado pelo Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da UFSM (ASSUFSM) e foi chamado pela Federação de Sindicatos de Servidores das Universidades Brasileiras (FASUBRA). A mobilização nos une, nacionalmente, na defesa de uma educação pública, gratuita e socialmente referenciada.

30 de novembro de 2017

Assembleia Geral Docente.”

Moção de repúdio ao racismo e a medidas autoritárias na UFSM

A Assembleia Geral dos Docentes da UFSM vem a público manifestar seu mais veemente repúdio aos covardes e criminosos atos de racismo que aconteceram por duas vezes, ao longo deste ano, no interior da Universidade Federal de Santa Maria. Além de exigir a punição dos culpados pelo crime de racismo, conforme previsto pela Lei 7716, de janeiro de 1989, também manifestamos solidariedade aos estudantes que ocuparam durante seis dias o prédio da Reitoria, lutando por medidas efetivas contra o racismo na instituição. Reivindicamos ainda que a Administração Central da UFSM saia da inércia e busque identificar de forma mais célere os responsáveis por esses atos hediondos, e que atitudes mais enérgicas para coibir o racismo também devem ser tomadas pelas direções de centro da instituição, especialmente a do CCSH (Sociais e Humanas). Exortamos para que haja diálogo da Reitoria em relação aos estudantes e movimentos que protestam legitimamente, pedindo agilidade na identificação dos responsáveis por atos de racismo. Repudiamos qualquer medida de força, pois entendemos que as reivindicações dos manifestantes eram (e são) pertinentes.

30 de novembro de 2017.

Assembleia Geral Docente.”

Texto e foto: Fritz R. Nunes

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 



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