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20/12/2017   20/12/2017 16h25 | A+ A- | 948 visualizações

Empresários representarão comunidade em Conselho da UFSM

CUT perdeu em votação e lamentou decisão tomada por conselheiros


Última reunião do Conselho Universitário de 2017, na manhã desta quarta, 20 de dezembro

Os empresários Rodrigo Máximo e Souvenir Machado, da Câmara de Comércio e Indústria de Santa Maria (Cacism), terão representação no Conselho Universitário (Consu) da UFSM. Juntamente com eles, representará a comunidade externa a Associação (Oscip), projeto ‘Amigos da Mata’. Já a Central Única dos Trabalhadores (CUT) não terá assento no Consu. A decisão foi tomada depois de votação realizada na sessão do Conselho na manhã desta quarta, 20.

Conforme os dados divulgados durante a sessão pelo reitor, professor Paulo Burmann, houve 34 votantes para a escolha da representação da comunidade externa. A Cacism teve 12 votos, a Associação Amigos da Mata recebeu 11 votos e a CUT recebeu nove votos. Houve ainda dois votos nulos. Na avaliação de Eloiz Cristino, servidor técnico-administrativo da UFSM e integrante da CUT Regional Centro, a decisão de escolher uma entidade que representa o capital, para representar a comunidade, no interior de universidade pública, democrática e autônoma, que pretende incluir as filhas e os filhos de trabalhadores (as) é “lamentável”. Para Cristino, esse tipo de postura também reflete a conjuntura golpista enfrentada no país.

Para Loiva Chansis, servidora técnico-administrativa que integra o Consu, apesar de a decisão de ter se dado com resultado apertado de votos, não chega a causar surpresa. Loiva faz essa consideração com base no perfil dos conselheiros e também porque no momento da votação, a sessão do Conselho já estaria um tanto quanto esvaziada.

Preocupações da reitoria

Em sua última fala na reunião do Consu, em 2017, o reitor Paulo Burmann falou sobre a expectativa para que o MEC o reconduza ao cargo de reitor, fato que não havia acontecido oficialmente até esta quarta, 20, mas com uma promessa de que acontecerá ainda esta semana. Burmann manifestou preocupação em relação a 2018, no que se refere aos recursos específicos para o campus de Cachoeira do Sul. Segundo o reitor, ao longo de quatro anos, dos R$ 129 milhões acordados com o governo federal, foram repassados apenas R$ 9 milhões. A outra preocupação se relaciona aos sete novos cursos criados em 2017 na UFSM. Burmann destacou que há um passivo grande no que se refere à nomeação de técnicos e docentes para dar conta dessa nova realidade.

Texto: Fritz R. Nunes

Foto: Multiweb/UFSM

Assessoria de imprensa da Sedufsm



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