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21/02/2018   21/02/2018 19h08 | A+ A- | 512 visualizações

Reunião ampliada marca abertura das atividades do GTSSA em 2018

No encontro, docentes realizaram balanço da atuação do GT. Próximo passo é a construção de seminário estadual


GTSSA tem nova reunião no próximo dia 27.

Na tarde desta terça-feira, 20, o Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) da Sedufsm, promoveu reunião ampliada que marcou a abertura das suas atividades em 2018. E como é típico das viradas de calendário, esse primeiro encontro foi pautado por um grande balanço das próprias atividades do GT, assim como dos diversos elementos – internos e externos – que perpassam e influenciam na organização da categoria, em especial de aposentadas e aposentados. E a ideia é que agora, com a síntese desse debate, o GT possa planejar uma agenda de ações e pautas a serem trabalhadas no decorrer do ano, com foco já no primeiro semestre. “Nós fizemos hoje uma pré-reunião de planejamento estratégico. Nós fizemos um levantamento do quadro, de como que nós estamos enxergando, aspectos positivos, aspectos negativos, aspectos circunstanciais, o que nós podemos fazer, onde fazer, como fazer, com quem fazer. Mas esse quadro não está pronto. Então foi a primeira reunião preparatória e a próxima reunião possivelmente a gente avance um pouco mais”, aponta o tesoureiro-geral da Sedufsm, professor Carlos Pires.

Fazendo coro ao diretor do sindicato, o professor aposentado da UFSM e integrante do GTSSA, Francisco Estigarribia de Freitas, também destaca o caráter de continuidade entre essa e as próximas reuniões do GT. O próximo encontro, aliás, está agendado e já deve trazer uma mudança a partir do que fora discutido nesta terça: para a reunião, que acontece no dia 27 de fevereiro, os demais Grupos de Trabalho da Sedufsm devem ser convocados a participar. “Então hoje a gente fez esse ensaio, que na verdade foi uma reunião de ensaio, para dia 27 a gente dar uma continuidade, aí ampliada com os outros GT’s da Sedufsm, para que nós possamos chegar então à organização do seminário dos aposentados da região do Rio Grande do Sul”, destaca Francisco.

O seminário ao qual o professor se refere trata-se do principal evento com o qual o GTSSA está trabalhando para o primeiro semestre de 2018, e cuja organização começou ainda no segundo semestre de 2017. Programado para os dias 5 e 6 de abril, o seminário se debruçará sobre assuntos relacionados à aposentadoria e deve reunir docentes de todo o estado. “Esse vai ser o grande evento que a gente está apostando para poder mobilizar principalmente os docentes aposentados, para eles se reconhecerem como pessoas que tem força política. Estão aposentados do trabalho, mas não da vida política”, declara Francisco Freitas. A reunião do próximo dia 27, como já dito, deverá discutir e definir novos detalhes do evento, assim como uma agenda geral para o primeiro semestre do ano. “Na próxima reunião a gente pretende convidar os outros GT’s da Sedufsm e já estaremos projetando alguma coisa para o evento que estaremos realizando em abril e também uma agenda até no mínimo o meio do ano”, conclui Carlos Pires.

Intervenção artística

Apesar da realização desse balanço, o encontro dessa terça-feira não foi marcado apenas pelo debate, já que uma intervenção artística deu início aos trabalhos. A apresentação, que mesclou música e dança, contou com a participação de Camila Matzenauer, Ruth Kuhn, Naira Doeler e da diretora da Sedufsm, Tatiana Wonsink Recompenza. Um ato artístico, aliás, é uma proposta política que parte da compreensão da arte enquanto ferramenta da luta. “A arte pode vir também ao encontro dessas questões que estamos discutindo, para amenizar essas tristezas, porque às vezes nossas demandas não são nada fáceis”, declarou o professor Francisco Freitas, que ainda destacou que apresentações artísticas devem se manter como parte frequente das atividades do GT. Você pode conferir algumas fotos da intervenção artística nessa galeria no perfil da Sedufsm no Facebook.

Balanço

Para a realização do balanço, foi aplicada uma metodologia que consistia na apresentação de alguns questionamentos a respeito do próprio GT, assim como de elementos externos e circunstanciais ao movimento. Sendo assim, os docentes apontaram as potencialidades e as fragilidades do GTSSA, a partir da perspectiva de cada uma e cada um. Nesse exercício foi mencionada como fator positivo, por exemplo, a autonomia do GT, enquanto a preocupação dos docentes aposentados – intensificada a partir de tantos ataques do governo – ficou registrada como uma força negativa.

Embora esse exercício ainda deva ser repetido em outras ocasiões, com outras participações, os questionamentos respondidos nessa terça serão sintetizados e avaliados já na reunião do dia 27 – juntamente com as discussões sobre a realização do seminário estadual. A partir desse saldo o Grupo de Trabalho deve definir a sua agenda de pautas e ações a serem construídas no decorrer do ano. “Hoje nós buscávamos uma participação dos sindicalizados no sentido de que pudéssemos projetar uma organização de inserção política do GT, tanto na perspectiva da Sedufsm como também do Andes. E por isso que a gente fez essa reflexão, que foi uma reflexão inicial a partir do indivíduo, mas também já projetando o que é que nós podemos fazer diante desse quadro”, afirmou o professor Francisco Freitas.

Um outro ponto da reunião dessa terça também tratou do repasse das discussões a respeito da aposentadoria, pautadas durante o 37° Congresso do Andes-SN, realizado entre os dias 22 e 27 de janeiro, na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Salvador (BA).

Texto e fotos: Rafael Balbueno
Assessoria de imprensa da Sedufsm



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