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01/06/2018   04/06/2018 18h02 | A+ A- | 454 visualizações

Professor da UFSM fala sobre impactos da greve dos caminhoneiros

José Martines Belieiro Jr. analisa futuro da democracia a partir da crise gerada com o movimento


Professor de Ciência Política, José Carlos Martines Belieiro Jr., da UFSM

Vivemos uma crise de “autoridade” e de “representação” e, possivelmente por isso, a greve dos caminhoneiros, com dificuldade de interlocução, seja na categoria, como também junto ao próprio governo, tenha levado o Brasil a uma crise sem precedentes, com ameaça de asfixia da economia, em um período tão curto de tempo.  Esse é um dos aspectos ressaltados na entrevista à assessoria de imprensa da Sedufsm, do professor José Carlos Martines Belieiro Jr., cientista político e docente do departamento de Ciências Sociais da UFSM.

Para o analista, o governo de Michel Temer, demorou a perceber o tamanho da crise que estava sendo gerada e fez uma negociação de uma forma equivocada. Sobre os pedidos de saída do Presidente da República, José Carlos admite que a pressão pode aumentar, mas no entendimento pessoal dele, o desejável é que o chefe do Executivo não saia, pois a vacância da presidência agora poderia ampliar a crise há poucos meses da eleição.

Questionado sobre a “intervenção militar”, o professor não acredita muito na hipótese, pois o projeto dos militares hoje estaria vinculado mais a um projeto de defesa do país. Entretanto, ressalta que o agravamento da crise pode abrir uma brecha para a ideia de “restauração da ordem”. Na parte final de seu depoimento, o professor avalia sobre o atual estágio da democracia brasileira: enfraquecida ou fortalecida?

Acompanhe a seguir a íntegra da entrevista:

Texto: Fritz R. Nunes

Vídeo e imagem: Ivan Lautert

Assessoria de imprensa da Sedufsm  

 



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