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09/08/2018   09/08/2018 18h23 | A+ A- | 362 visualizações

Docentes paralisam nesta sexta e aderem ao ‘Dia do Basta’

10 de agosto foi escolhido pelo movimento sindical como data para lutar por direitos


Nesta sexta, a categoria docente na UFSM, nos seus diversos campi, adere à paralisação do ‘Dia do Basta’, iniciativa tomada em assembleia na última terça, 7. O Dia de Luta, Mobilizações e Paralisações, foi encaminhado por centrais sindicais como a CSP-Conlutas, CUT, Intersindical e CTB, por fóruns de servidores (Fonasefe) e pelo ANDES-SN. A pauta que unifica a todos se resume na defesa da aposentadoria, dos direitos trabalhistas e do emprego. Já no âmbito universitário, a revogação da Emenda Constitucional (EC 95) que congela os gatos do setor público por 20 anos e a oposição aos cortes de recursos também fazem parte das reivindicações.

O ponto alto das atividades nesta sexta, em Santa Maria, será o ato público marcado para as 16h, na praça Saldanha Marinho. O processo de mobilização inclui, além da Sedufsm, a Assufsm, o DCE, outros sindicatos e movimentos da cidade, sendo que alguns deles se organizam através da Frente Combativa em Defesa do Serviço Público. Uma reunião na sede da Sedufsm, no início da noite desta quinta, 9, detalha outros aspectos da mobilização do ‘Dia do Basta’, que inclui panfletagens na universidade e em diversos outros pontos da cidade.

Construção de uma greve geral

Segundo Antonio Gonçalves, presidente do Sindicato Nacional, a mobilização de 10 de agosto é fundamental para retomar a unidade na luta contra os ataques do governo de Temer e o Dia de Lutas poderá servir como um impulso para a retomada de construção de uma Greve Geral no país.

“Estamos no esforço de construção da unidade e acreditamos que, como a maioria das centrais sindicais estão indicando o 10 de agosto como Dia de Lutas, teremos uma grande mobilização. Esperamos, com isso, acumular forças para construir a Greve Geral e derrotar as contrarreformas de Temer. O ANDES-SN vai jogar peso nessas atividades e estimular as seções sindicais a construir e participar dos atos para combater os ataques que estão se intensificando, como as contrarreformas, a Emenda Constitucional 95, a terceirização, a Portaria 193 de realocação dos servidores, a Escola Sem Partido, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que sinaliza reajuste zero”, frisou o dirigente sindical.

Leia mais aqui sobre a mobilização de 10 de agosto na perspectiva da CSP-Conlutas.

Texto: Fritz R. Nunes

Imagem: Montagem de J.Adams Propaganda

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 



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