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10/05/2019   10/05/2019 18h20 | A+ A- | 363 visualizações

Docentes de Frederico Westphalen e Palmeira das Missões irão parar no dia 15

Em assembleia realizada ontem, ambos os campi deliberaram pela adesão à Greve Geral da Educação


A Sedufsm, dando seguimento às atividades da assembleia permanente instalada no dia 24 de abril, realizou duas sessões plenárias nos campi da UFSM em Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. A pauta principal nas duas plenárias era a adesão ou não à Greve Geral da Educação. Nos dois campi, os docentes deliberaram pela greve de 24 horas no dia 15 de maio, próxima quarta-feira. Em Frederico, a adesão à greve foi aprovada por unanimidade, com 10 votos a favor. Em Palmeira das Missões, a greve foi aprovada com 20 votos a favor e 1 contra.

Os docentes de Frederico Westphalen externaram a preocupação com os ataques não só ao orçamento das universidades pública, mas também com a campanha de desmoralização docente e da credibilidade da educação pública. Para responder à comunidade sobre a importância da Universidade, docentes, alunos e técnicos administrativos em educação criaram uma comissão que tem como objetivo dar mais visibilidade aos projetos de pesquisa e extensão promovidos pelo campus de Frederico Westphalen, além de eventos que trazem a população para o espaço físico da universidade.

Em Palmeira das Missões, além da preocupação com a imagem da universidade na comunidade local, os docentes manifestaram receio de novos ataques que inviabilizem o funcionamento dos campis mais novos. Durante o debate, ressaltou-se que o atual orçamento da UFSM é equivalente ao de 2010, quando a Universidade tinha a metade do seu tamanho, tanto em infraestrutura como no número de docentes, estudantes e TAE’s.

Os docentes dos dois campi formaram comissões locais que irão organizar e coordenar as atividades do dia 15 de maio. Além disso, serão enviadas cartas abertas à população a serem publicadas nos principais jornais das duas cidades.

A Greve Geral da Educação

No próximo dia 15, educadores/as de escolas, universidades e institutos federais de todo o Brasil paralisam as atividades como forma de denunciar os diversos ataques direcionados à educação pública brasileira e à liberdade de cátedra de seus professores/as. O ANDES-SN, frente ao anúncio de que o governo federal cortará mais 30% do orçamento das universidades públicas e cerca de R$ 2,4 bilhões da educação infantil e ensino médio, tem convocado toda a categoria docente a aderir à Greve Nacional da Educação.

Em assembleia convocada pela Sedufsm e realizada no dia 30 de abril, os/as docentes da UFSM aprovaram pela adesão à paralisação de 24 horas no dia 15. A fim de promover atividades preparatórias à data e no próprio dia de greve, uma comissão de mobilização, composta por docentes, estudantes e técnico-administrativos em educação da UFSM. Reunidos frequentemente no lonão instalado em frente ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) do campus de Camobi, membros dos três segmentos da instituição vêm delineando ações de diálogo e resistência. Ler mais aqui.

 

Texto e fotos: Ivan Lautert

Assessoria de Imprensa da Sedufsm



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