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05/08/2019   05/08/2019 18h02 | A+ A- | 287 visualizações

Semana de mobilização contra a reforma da previdência

Atos públicos pelo país marcarão esta terça-feira, 6 de agosto


Porto Alegre também terá ato público neste dia 6

Esta semana serão retomados os trabalhos no Congresso Nacional e em virtude disso foram marcada manifestações em Brasília (DF) e por todo o País, contra a reforma da Previdência Social e seus impactos. Nesta segunda, 5 de agosto, dia em que os parlamentares retornam ao trabalho, ocorre um ato no Museu Nacional da República em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) “Saúde, Democracia e Direitos Sociais”. A atividade faz parte da agenda da 16ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), que ocorrerá de 4 a 7 de agosto na capital federal. A manifestação foi incorporada à agenda de lutas do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e as entidades que integram o Fórum, como o ANDES-SN, estarão presentes.

Já nesta terça, 6 de agosto, data marcada para o início da votação em segundo turno da PEC da Previdência (06/2019) na Câmara, as centrais sindicais estão organizando, de forma unificada, atividades em todo o país. Pela manhã, estão planejados atos nos aeroportos para pressionar os parlamentares que estejam se deslocando para Brasília.  À tarde, estão previstos atos nos estados contra a Reforma da Previdência. Na capital federal, as entidades se concentrarão em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados.

Em Porto Alegre também haverá protesto nesta terça-feira. Está previsto que ocorra uma concentração a partir das 17h na Esquina Democrática. Já um “ato com intervenção cultural” deve ocorrer às 18h30. Um ônibus organizado pela Sedufsm e CSP-Conlutas sairá de Santa Maria para participar da manifestação na capital gaúcha.

“Ainda não é fato consumado a aprovação da contrarreforma da Previdência. Por isso, é muito importante que a nossa categoria se mobilize junto às demais categorias da classe trabalhadora para tentar reverter essa aprovação em primeiro turno, já que ainda haverá o segundo turno na Câmara e os dois turnos no Senado”, explicou o presidente do ANDES-SN, professor Antonio Gonçalves.

Ele conclamou, ainda, para que a categoria docente pressione os parlamentares em seus estados e também intensifique e amplie a mobilização nos locais de trabalho e nos espaços públicos das cidades, dialogar com a sociedade e fortalecer a luta contra a Reforma. “Em Brasília, as entidades que estão representadas na capital irão participar do ato no Anexo 2, como é o caso do ANDES-SN, que está se somando a essas atividades na esperança de derrotar essa contrarreforma”, acrescentou.

Fonte: ANDES-SN com edição de Fritz R. Nunes

Imagem: CSP-Conlutas

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 



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