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10/10/2019   10/10/2019 18h41 | A+ A- | 246 visualizações

Energia elétrica é a grande vilã nos gastos da UFSM, diz vice-reitor

Luciano Schuch aconselhou que sistema de ar-condicionado seja usado de forma racional


O vice-reitor, Luciano Schuch, durante reunião do Cepe na sexta, 4 de outubro

O Ministério da Educação (MEC) liberou na semana passada um total de R$ 1,8 bilhão, que estavam congelados, para as Instituições Federais de Ensino (IFEs). Para a UFSM, o valor destinado corresponde a R$18,8 milhões e, conforme a pró-reitoria de Planejamento (Proplan), valores suficientes apenas para o mês de outubro. Ainda seguem R$42 milhões contingenciados, assinalou o vice-reitor, Luciano Schuch, durante a reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), na sexta passada, dia 4.

Durante a reunião do Cepe, Schuch também ressaltou que o recurso destinado pelo governo será basicamente para quitar encargos, sendo que a energia elétrica, com a concessionária, é considerada por ele como a “vilã” dos gastos. Em função disso, a universidade divulgou, nesta quinta (10), recomendações para o racionamento de energia, o que inclui, por exemplo, o uso de ar-condicionado de forma racional (entre 10h e 17h, quando temperatura superar os 25 graus).

O vice-reitor destacou, ainda durante o Cepe, que não está proibido o uso do ar-condicionado, mas que é precisa utilizá-lo de forma racional. Ele citou que, somente na semana de setembro em que as temperaturas foram muito altas, o uso de energia elétrica teria aumentado em 48%. Conforme Luciano Schuch, a gestão da UFSM tem como meta reduzir em 200 mil reais/mês na conta da energia. Daí então a ideia de lançamento de uma campanha institucional com esse tema.

Greve estudantil

Durante a reunião do Cepe, a bancada estudantil também repassou informações sobre a greve do segmento discente. Entre elas, o fato de que a Associação Juristas por Democracia-Núcleo de Santa Maria, divulgou uma nota em solidariedade à greve dos acadêmicos da UFSM. Diante das afirmações de que o segmento estudantil não tem direito à greve, pois não possui vínculo empregatício, a nota da Associação ressalta:

“Em relação à escolha do mecanismo greve estudantil, cabe ressaltar que greve é a interrupção temporária e coletiva de qualquer atividade, remunerada ou não, em protesto contra determinado ato ou situação. A Constituição Federal não restringe o direito de greve: aos grevistas compete decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dela defender. São constitucionalmente admissíveis todos os tipos de greve: greves reivindicatórias, greves de solidariedade, greves políticas, greves de protesto, dentre outras.

Por tais motivos, a AJURD – Núcleo de Santa Maria e Região manifesta solidariedade e apoio aos estudantes, na defesa da educação pública e contra o projeto ‘future-se’.”, finaliza a nota da Ajurd. Para ler mais a respeito do que pensa a Associação, clique aqui.
 

Texto: Fritz R. Nunes

Imagem: Multiweb

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

 



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