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19/10/2020   19/10/20 18h56 | A+ A- | 371 visualizações

Escolas não possuem infraestrutura para atender protocolos

Andréa Ortiz, professora da rede estadual, falou da retomada das aulas em entrevista no Ponto de Pauta


Segundo entrevistada, EPI's são adquiridos inclusive com investimentos dos próprios trabalhadores e trabalhadoras

Com atividades presenciais suspensas desde março, trabalhadores e trabalhadoras da educação de todo o estado vivem dias de apreensão. Isso porque, aos poucos, os diferentes níveis da educação passam a ter autorização para a retomada das atividades presenciais, conforme calendário divulgado pelo governo do estado. É o caso do ensino médio da rede estadual, por exemplo, que, segundo o calendário apresentado pelo governador do estado, Eduardo Leite (PSDB), pode retomar as atividades em formato presencial a partir dessa terça, dia 20. Embora a decisão da reabertura das escolas tenha também se tornado um cabo de guerra entre governo do estado e prefeituras, são os trabalhadores e as trabalhadoras da educação que vivem dias de apreensão, na iminência da retomada das atividades presenciais mesmo em cenários de aumento do número de casos de Covid-19.

É com interesse em entender melhor esse cenário, que a mais recente edição do Ponto de Pauta entrevistou Andréa Ortiz, professora da rede estadual, integrante da Executiva Estadual da CSP-Conlutas e da oposição do Cpers Sindicato. E o relato de Andréa não é nada animador. Segundo a professora, a realidade das escolas não corresponde às exigências dos protocolos de segurança sanitária propostos pelo governo. Como exemplo, Andréa cita a necessidade do uso dos equipamentos de proteção individual, os EPI’s. Ao contrário do que afirma o governo – que inclusive menciona as cifras investidas na aquisição de EPI’s com destino exclusivo para a educação – as escolas, em muitos casos, adquirem tais equipamentos a patir de investimentos do seu caixa ou até do próprio bolso de trabalhadoras e trabalhadores. Além disso, faltam também profissionais. Dentre as determinações dos protocolos de saúde, Andréa menciona a exigência de que os banheiros das escolas sejam higienizados a cada uso individual. Contudo, segundo a educadora, não existem escolas que trabalhem com um quadro de profissionais ideal, situação que já é anterior à pandemia. Ou seja: se a realidade das escolas já é de falta de equipes para o cotidiano, em um contexto excepcional nem se fala.

Essas são apenas duas questões abordadas por Andréa Ortiz, professora da rede estadual e integrante da Executiva Estadual da CSP-Conlutas e da oposição do Cpers Sindicato. A entrevista completa – a primeira do Ponto de Pauta com gravações via videoconferência – pode ser conferida no player abaixo.

Texto: Rafael Balbueno
Imagem: Divulgação
Assessoria de Imprensa da Sedufsm



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