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14/12/2020   14/12/20 16h13 | A+ A- | 345 visualizações

Reforma de Guedes reduz concursos e prioriza temporários, avalia Condsef

Dirigente da Confederação de Servidores diz que país tem 27.503 funcionários concursados e 80 mil temporários


O Brasil possui hoje 27.503 servidores concursados e mais de 80 mil temporários. E tende a piorar. Em 2020, apenas 665 trabalhadores concursados foram convocados, enquanto até o mês de outubro foram contratados 22.871 temporários. Em 2010, apenas para efeitos de comparação, foram contratados via concurso público 16 mil servidores. Os dados são da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef). Conforme o secretário de finanças da entidade, Pedro Armengol, a PEC 32/20 (Reforma Administrativa) da dupla Paulo Guedes/Jair Bolsonaro praticamente extingue os concursos públicos no setor federal.

A equação é lógica quando se fala em serviços precarizados: se tem trabalhador precarizado, tem serviço público precarizado também, diz Armengol. E ele acrescenta: para os servidores federais que ‘sobram’, há sobrecarga de trabalho até que sejam contratados os temporários e quem vários casos, não tempo suficiente para cumprir as tarefas.

Um exemplo que traduz de forma exata o problema é a fila do INSS (Seguridade Social/Previdência), que hoje tem mais de 1,5 milhão de pedidos de benefícios aguardando análise e aprovação, mesmo com a contratação de 8.320 servidores aposentados e militares inativos, que supostamente zerariam a fila.

De acordo com Pedro Armengol, daqui a quatro ou cinco anos, cerca de 60% dos servidores federais devem se aposentar. São trabalhadores já na faixa etária dos 60 anos. Sem concursos para uma renovação o quadro ficará ainda mais reduzido. Em 2019, 32,8 mil servidores se aposentaram. A previsão para este ano é de mais 13 mil.

Para piorar, destaca o líder sindical, se a reforma Administrativa for aprovada, não haverá mais carreira de Estado - Trabalhadores nas áreas de educação e saúde, por exemplo, apenas contratações em demandas pontuais. Sobrarão somente os “cargos de Estado”, como juízes, procuradores, promotores, deputados e senadores, que são os mais altos salários do país.

Fonte: Condsef
Imagem: Sinasefe
Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)

 



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