MOBILIZAÇÃO CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA

Sindicato

ATENDIMENTO DA SEDUFSM

A Sedufsm informa que a partir de segunda, 23 de março, a sede do sindicato estará fechada e todos os atendimentos serão realizados de forma remota (online), por tempo indeterminado. Os (as) sindicalizados (as) poderão entrar em contato com a entidade das 8h às 12h e das 14h às 18h através do e-mail sedufsm@terra.com.br ou dos telefones (55) 99614-2696 e (55) 99935-8017.


Espaço Cultural

Reflexões Docentes

Contatos SEDUFSM

(55) 3222 5765

Segunda à Sexta
08h às 12h e 14h às 18h

Endereço

SEDUFSM
Rua André Marques, 665
Centro, Santa Maria - RS
97010-041

Email

Fale Conosco - escreva para:
sedufsm@terra.com.br

Twitter

SEDUFSM

Facebook

SEDUFSM

Youtube

SEDUFSM

Notícias

14/01/2021   15/01/21 10h34 | A+ A- | 748 visualizações

Governo tira professores do grupo prioritário da vacinação

Alteração do plano nacional de imunização não é respaldada em versão oficial


Enquanto o governo federal promete uma campanha em massa de vacinação contra a Covid-19, na prática, a quantidade ainda pequena de doses (6 milhões da Coronavac e 2 milhões da Astrazeneca) não permite uma imunização massiva. Talvez, por isso, o Ministério da Saúde esteja recuando e alterando o Plano Nacional de Imunização. Na modificação recente, o governo retirou professores e agentes de segurança pública dos grupos prioritários para a vacinação. Com isso, todas as secretarias estaduais de Saúde que seguirão as diretrizes nacionais em relação ao tema deverão acatar as mudanças. Entretanto, um documento do Ministério da Saúde datado de 9 de janeiro encaminhado em resposta a representantes de faculdades particulares, não respalda essa possível exclusão (ler mais abaixo). 

Importante destacar que, conforme publicamos no dia 7 de janeiro, o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom (PSDB), em audiência realizada com o governador Eduardo Leite (PSDB), no dia 4 de janeiro, requereu oficialmente a inclusão de algumas categorias entre os grupos prioritários, entre esses, os trabalhadores em educação.

O plano inicial do ministério previa quatro fases de vacinação. Com a mudança para três fases, o documento foi atualizado. Assim, os públicos prioritários serão:

1º) Trabalhadores da saúde, idosos a partir dos 75 anos e pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas);

2º) Pessoas de 60 a 74 anos;

3º) Pessoas com as seguintes comorbidades: diabetes mellitus, hipertensão arterial grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave.

O plano atualizado esclarece ainda que não deverão receber a vacina menores de 18 anos, gestantes e pessoas que apresentaram reação anafilática confirmada a qualquer componente das vacinas contra a Covid-19. As contraindicações também estão previstas no plano do Ministério da Saúde.

Posição da Unesco

No aspecto global, a chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Unesco, pediu em um vídeo divulgado ainda em dezembro, que os professores fossem incluídos entre os primeiros grupos prioritários.

" Ao ver os avanços positivos em relação à vacinação, acreditamos que os docentes e o pessoal de apoio à educação devem ser considerados grupo prioritário”, declarou Audrey Azoulay, em mensagem com o diretor da organização de docentes da Internacional da Educação (IE), David Edwards.

Versão oficial

A notícia de que professores e professoras foram excluídos dos grupos prioritários de vacinação se choca com a versão oficial do governo. Em ofício datado de 9 de janeiro, encaminhado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde ao Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, está dito que:

"A vacinação será inicialmente voltada aos grupos de maior risco para agravamento e óbito, assim estarão contemplados nas primeiras fases de vacinação a população pertencente aos grupos de trabalhadores da área da saúde (incluindo profissionais da saúde, profissionais de apoio, cuidadores de idosos, entre outros); pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas, população idosa (60 anos ou mais); indígenas aldeados; comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas; população em situação de rua; alguns grupos de comorbidades; trabalhadores da educação; pessoas com deficiência permanente severa; profissionais das forças de segurança e salvamento; funcionários do sistema de privação de liberdade; trabalhadores do transporte coletivo; profissionais dos transportadores rodoviários de carga e coletivos; e população privada de liberdade".

 

Fonte: Agência Brasília e Carta Capital

Foto: EBC

Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)



Fotos



* Clique na foto para Ampliar!


Compartilhe com sua rede social!














© 2021 SEDUFSM
Rua André Marques, 665 - Centro, Santa Maria, RS - 97010-041