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29/01/2021   29/01/21 17h33 | A+ A- | 440 visualizações

Docentes analisam construção de greve por motivos sanitários

Assembleia de quinta aprovou movimento em caso de retorno presencial sem vacina contra a Covid-19


Professora Márcia Morschbacher apresentou texto analítico em nome da diretoria

Em assembleia convocada pela Sedufsm, no início da noite desta quinta, 28, os docentes aprovaram por quase unanimidade (apenas uma abstenção), a construção de um movimento grevista por motivos sanitários. A ideia é que, caso haja uma pressão governamental para retorno às aulas presenciais, sem que haja vacina para todos contra a Covid-19, que seja deflagrada uma greve sanitária. A decisão tomada será levada à reunião dos setores do ANDES-SN (federal, estadual e municipal) que ocorre no sábado, 6 de fevereiro. O tema da greve sanitária está em debate nas seções sindicais do ANDES-SN a partir de encaminhamento da última reunião dos setores, ocorrida em 8 de dezembro de 2020.

Um outro aspecto sobre esse mesmo assunto levantado na plenária de quinta à noite trata da compreensão de que a imunização contra a doença não deva se resumir a professoras e professores, mas também aos demais segmentos da instituição: técnico-administrativos e estudantes. Para vários dos que se manifestaram durante a assembleia, seria inadmissível um retorno à presencialidade em que apenas professores estivessem imunizados. Para evitar esse tipo de imposição, foi aprovada unanimente a realização de uma plenária com os demais segmentos, cujo objetivo é justamente construir essa unidade em torno de um entendimento majoritário sobre o retorno ao presencial. A data ainda será vista e de forma conjunta.

Durante o momento dos informes, a diretora de Comunicação, professora Neila Baldi, elencou algumas das prioridades desse setor do sindicato. Ela informou que a Sedufsm produziu materiais sobre a importância de uma vacinação para todas e todos, e que, nos próximos dias, até em função da retomada as atividades do Congresso Nacional, em Brasília, será realizada uma campanha que esclareça os efeitos negativos da PEC da Reforma Administrativa, tanto para servidores como para a sociedade em geral, que necessita dos serviços públicos que, no entanto, serão prejudicados a partir da aprovação do projeto do governo Bolsonaro.

Análise de conjuntura e mobilização

Na pauta da assembleia desta quinta também constava o ponto “análise de conjuntura e mobilização”. Enquanto transcorria esse ponto, três textos subsidiaram o debate. O primeiro a ser apresentado foi o do professor Carlos Pires, que falou na condição de 1º Vice da Regional RS do ANDES-SN. Na sequência, apresentaram suas visões de conjuntura, o Coletivo Edmundo Fernandes, cujo texto foi apresentado pelo professor João Carlos Gilli Martins, e a diretoria da Sedufsm, cujo texto foi apresentado pela professora Márcia Morschbacher, secretária-geral da entidade. Cada um dos apresentadores dos textos teve 20 minutos para fazer a abordagem.

Após a apresentação dos textos de análise foi feito o debate e, no prosseguimento, a presidente da Sedufsm, professora Laura Regina da Fonseca, que coordenava a plenária, consultou se havia alguma divergência quanto ao conteúdo dos encaminhamentos, ou se era possível votar em bloco. Com apenas uma discordância, do professor João Batista Paiva, a votação dos encaminhamentos, baseada nas três análises realizadas, foi realizada em bloco e aprovada integralmente. Os encaminhamentos aprovados foram os que destacamos abaixo:

Encaminhamentos da diretoria da Sedufsm

  1. Luta contra a reforma administrativa, o Plano Mais Brasil (PEC 186/19 e outros) e demais medidas do governo que atacam os serviços públicos e os/as servidores/as públicos/as
  2. Em defesa da universidade pública, do seu orçamento público e da sua autonomia universitária.
  3. Vacina para todos/a já!; retorno só com vacinação para todos/as e com segurança sanitária.
  4. Condições de trabalho e saúde dos/as docentes no ensino remoto.
     

Encaminhamentos do Coletivo Edmundo Fernandes

1. Construção de uma campanha Vacina e Auxílio emergencial para todos e “FORA BOLSONARO E MOURÃO”; 

2. Revitalização imediata da FUTT; 

3. Que a SEDUFSM organize um evento para o início do primeiro semestre de 2021 objetivando avaliar a experiência do REDE na UFSM, considerando os seguintes eixos: processos de ensino e aprendizagem; adoecimento docente e exclusão digital e social; 

4. Organização por parte da diretoria de uma agenda virtual para discussão, por centro, a respeito do REDE como etapa preparatória ao evento.
 

Encaminhamentos Carlos Pires (Regional RS do ANDES-SN)

- Imediata atualização do nosso plano de lutas contra esses ataques do governo Bolsonaro/Mourão, aprovado, em outubro de 2019, no último congresso nacional, que contemple a defesa dos nossos direitos; a exigência de vacina contra a COVID-19 para todos já, obedecendo o plano nacional de vacinação e a defesa intransigente da universidade pública, gratuita, laica, autônoma, democrática e socialmente referenciada.

1) nível nacional

a) Convocar congresso extraordinário do ANDES para atualização do plano de lutas e estabelecimento de calendário de atividades 2021; b) pontar indicativo de greve sanitária para reunião do setor marcada para reunião do Setor das Federais em 06/02/2021;

2) nível local e regional : a) rearticulação dos GTs, de modo especial o GT de políticas educacionais, GT de política e formação sindical, GT de assuntos de aposentadoria e GT de ciência e tecnologia, para subsidiar os debates a partir da análise de portaria e medidas provisória; b) rearticulação com o movimento sindical e movimento social local (Frente Única de Trabalhadoras e Trabalhadores de SM; frente que discute o Encontro Nacional de Educação);

c) fomentar a participação das atividades regionais da CSP-Conlutas;

d) construir um calendário de ações articuladas com as seções sindicais do RS.
 

Texto e imagens (prints): Fritz R. Nunes
Assessoria de imprensa da Sedufsm



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