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29/04/2021   29/04/21 17h59 | A+ A- | 243 visualizações

Sedufsm participa de atividades em referência ao 1º de Maio

Ato na Praça Saldanha Marinho e campanha de comunicação em rádios e redes sociais estão entre as ações


O próximo sábado, 1º de Maio – Dia do(a) Trabalhador(a), será marcado por uma série de atividades país afora. Embora a situação da pandemia impossibilite grandes atos de rua, as entidades sindicais, estudantis e sociais têm pensado estratégias para usar a data como um marco na mobilização por direitos, vacina, serviços públicos de qualidade e liberdades democráticas. 

A Sedufsm, por sua vez, é signatária de uma campanha estadual em defesa da vacina pública e contra o governo Bolsonaro. Lançada pelas seções sindicais do ANDES-SN no Rio Grande do Sul, em parceria com a Regional RS do Sindicato Nacional, a campanha contará com cards em redes sociais, spots em rádios das cidades de abrangência das seções sindicais e painéis digitais em Porto Alegre.

Já em âmbito local, a Sedufsm participará, junto a diversos outros sindicatos e movimentos sociais, de um ato neste sábado, 1º, na Praça Saldanha Marinho. Com início às 10h, a mobilização contará com arrecadação de alimentos para serem doados a pessoas em situação de vulnerabilidade social na cidade. Na data, representantes das entidades que constroem a manifestação realizarão intervenções a fim de dialogar com os(as) trabalhadores(as) sobre a importância de unir forças contra o projeto genocida e negacionista do governo federal.

Os(as) organizadores(as) do ato reforçam que todas as medidas sanitárias de segurança contra a Covid-19 serão tomadas, a exemplo do uso de máscaras e do respeito ao distanciamento social.

Organização

O ato do 1º de Maio em Santa Maria vem sendo elaborado pelo Comitê Popular em Defesa da Vida; Comitê Vacina Já; CUT; CSP-Conlutas; CTB; Nova Central; Intersindical; PT; PSOL; PCdoB; PSTU; PCB e PRC.

A Sedufsm é uma das entidades que compõe os Comitês, ao lado de CPERS, Sinprosm, Sinpro, Sedufsm, Atens, Sindiágua, Sindicato do Comerciários, Sindicato dos Municipários, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Rodoviários, Sindicato da Alimentação, Sindicato da Saude, Secothur, DCE,  UAC Assufsm, Fórum em Defesa da Água e do Saneamento, Educadores em Movimento,  Coletivo Juntos, MES/PSOL, Trabalhadores e trabalhadoras de rua. Associação de moradores do Loteamento Dom Ivo, Associação de Moradores da Vila Schirmer, Associação de Moradores do Bairro Uglione, Associação de Moradores Zilda Arns, Associação de Capoeira de Rua Berimbau, Consea, Projeto Esperança Cooesperança; Ara Dudu; Sintel, Sintec Associação dos Moradores da Estação dos Ventos, Associação dos Moradores do Alto da Boa Vista, NIIJ/Rápidos/UFSM e Sindicato dos Metalúrgicos.

Manifesto 

O Comitê Popular em Defesa da Vida, lançado oficialmente no último dia 24 de abril, tem, entre suas principais pautas, as seguintes:

- Defesa do Sistema Único de Saúde;

- Defesa de vacinas para todos e todas, garantindo acesso aos mais pobres;

- Defesa do aumento do Auxílio Emergencial para R$ 600,00; de R$ 1.200 para as mães solo, com aplicação das regras que foram implementadas em 2020;

- Defesa da economia solidária;

- Criação do Fundo Municipal de Cidadania;

- Programa de garantia de emprego;

- Linha de crédito municipal para microempreendedores, garantia dos empregos dos (das) trabalhadores (as);

- IPTU Social, com isenção do IPTU para os mais pobres;

- Campanha de conscientização junto a população sobre a lotação dos hospitais e esgotamento dos profissionais de saúde;

- Formação de um grupo científico vinculado ao comitê;

- Defesa da Educação e resistência às tentativas de volta às aulas presenciais durante a pandemia;

- Resistência contra as privatizações da Corsan, do Banrisul e da Procergs;

- Resistência contra a PEC 280, que quer afastar a necessidade de plebiscito para a venda das estatais gaúchas;

- Preservação dos serviços públicos com qualidade;

- Transporte público coletivo: garantia de todos os protocolos de segurança para o funcionamento dos ônibus, com ampliação do número de ônibus;

- Defesa dos trabalhadores de rua;

- Defesa da abertura de mais leitos hospitalares;

- Denunciar e enfrentar o aumento das violências contra as mulheres, em especial às mulheres negras, aos negros e a população LGBTQIA+;

- Denunciar as ações e omissões do governo Bolsonaro.

 

Texto: Bruna Homrich

Imagem: Divulgação

Assessoria de Imprensa da Sedufsm

 



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