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27/02/2015   27/02/2015 21h41m   | A+ A- |   3380 visualizações

Coggiola lança livro sobre Guerra das Malvinas

Outras três obras foram lançadas nesta quinta, no 34º Congresso

Coggiola: livro refuta algumas teses sobre a Guerra das Malvinas
Coggiola: livro refuta algumas teses sobre a Guerra das Malvinas

No próximo mês de abril, a guerra que envolveu Argentina e Inglaterra, em 1982, completa 33 anos. Para discorrer sobre esse conflito, que durou cerca de três meses, impactou sobre as ditaduras militares da América do Sul e causou abalos no Imperialismo britânico-estadunidense, Osvaldo Coggiola, professor e historiador da USP, lança o livro “A outra guerra do fim do mundo”, pela Ateliê editorial. Além dele, mais três docentes lançaram livros no final da tarde de quinta, no intervalo entre as plenárias do 34º Congresso do ANDES-SN. São obras que tratam de temas como o sindicalismo docente, a luta operária no Mato Grosso, e também os impactos na sociedade de uma visão cada vez mais repressiva e vigilante do Estado.

Na nova publicação, mais uma entre as cerca de 60 já editadas, Coggiola procura refutar duas teses levantadas sobre a guerra, e com as quais não concorda. A primeira delas, a de que o conflito estava perdido de antemão. Para o historiador, as forças armadas argentinas tinham sim condições de vencer o conflito, mas foram problemas de ordem política que levaram à derrota. A outra tese contestada é a de que a perda do conflito é que levou à queda da ditadura militar. Coggiola argumenta que a queda do regime tem relação é com a resistência política no país. Na avaliação do professor de História contemporânea, há aspectos bastante atuais relacionados à guerra, como a existência de petróleo na região das Malvinas, que tornam a questão atraente para uma boa discussão.

Erlando da Silva Rêses foi outro autor a lançar um livro na tarde de quinta-feira. A publicação se chama “De vocação para profissão, sindicalismo docente da educação básica do Brasil”, que resultou de sua tese de doutorado. Na obra, através da qual compara a atuação de um sindicato de professores da área pública com outro de professores do setor privado, o autor trabalha a tese da proletarização do trabalho docente. Na obra, Rêses também faz homenagem ao ANDES-SN e ressalta a memória de sindicalistas históricos.

Luiz Carlos Galetti escreveu “Greve e socialismo, movimentos operários em Cuiabá e Várzea Grande”, pela editora da UnB. Na publicação, que também resulta de uma tese de doutorado, Galetti discorre sobre a luta de operários de fábricas dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, no Mato Grosso, usando referenciais teóricos clássicos do marxismo, seja em âmbito internacional, como também em nível nacional. O autor traz ainda uma síntese da história dos partidos políticos no Brasil, até 1999, depois complementada até o ano de 2009.

Até o último homem, visões cariocas da administração da vida social”, pela Boitempo editorial, é a obra que tem como autores Felipe Brito e Pedro Rocha de Oliveira. O livro, que tem seus direitos autorais revertidos ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), aborda uma faceta em debate hoje na sociedade brasileira, que é o uso da repressão como forma de controle da sociedade. Um dos exemplos citados é o número de encarceramentos, que hoje chegaria a 600 mil presos e com uma projeção de 1 milhão de presos até o ano de 2022.

Avançando para outros campos do que é definido como hipertrofia de uma sociedade vigilante e repressiva, a publicação relaciona as novas políticas de governo, que passam a tratar os dependentes químicos, por exemplo, como ameaça social e os obriga a internações compulsórias.

Texto: Fritz R. Nunes

Fotos: Bruna Homrich

Assessoria de imprensa da Sedufsm

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Coggiola: livro refuta algumas teses sobre a Guerra das Malvinas Rêses: análise comparativa da luta docente Galetti: luta operária no Mato Grosso Brito: direitos autorais dedicados ao MTST

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