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14/08/2015   14/08/2015 20h10m   | A+ A- |   18638 visualizações

Dirigente da CPS-Conlutas destaca força da greve do funcionalismo

Paulo Barela esteve presente em atividades do 60º Conad, em Vitória

Paulo Barela esteve na mesa de abertura do Conad
Paulo Barela esteve na mesa de abertura do Conad

Para o dirigente nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, a greve do funcionalismo público federal é forte. Em que pese as tentativas de fragilização por parte do governo, muitas categorias seguem firmes em suas lutas: docentes e técnico-administrativos em educação (TAEs) das universidades e institutos federais; trabalhadores do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS); da Fundação Oswaldo Cruz e setores da base da Condsef, como o Instituto Nacional de Confraternização e Reforma Agrária (INCRA). Barela esteve presente nos dois primeiros dias do 60º Conad do ANDES-SN, que ocorre desde quinta-feira, 13, e vai até o domingo, 16, em Vitória (ES).

“Há uma greve forte no funcionalismo público de forma geral, mas está sendo atacada muito diretamente pelo governo, que vem contando com a complacência de direções sindicais. Há um setor ligado ao governo que está boicotando e nem entrou na greve”, critica o dirigente. Ele diz que hoje existe uma preocupação por parte de centrais como CUT e CTB em proteger o governo federal do que seria um pseudo ataque da direita. “Não temos acordo com isso, pois a direita está no governo na figura de Kátia Abreu, Joaquim Levy e outros expoentes. Por isso não somos de acordo nem de ir ao ato do dia 16 – capitaneado pelo PSDB -, nem ao do dia 20, cuja intenção é defender o governo Dilma. Defendemos a construção de uma terceira via”, defende Barela.

E a mobilização, em sua análise, não se esgota no funcionalismo público. Há uma série de ataques que vêm sendo feitos e que extrapolam esse segmento da classe trabalhadora, do que é exemplo a Agenda Brasil, um “pacto do governo junto com Renan Calheiros de taxação do SUS [Sistema Único de Saúde]. De acordo com a faixa salarial, o trabalhador poderá ter de pagar por procedimentos do SUS, o que é um absurdo”, opina. O aumento nas demissões, a redução drástica de trabalhadores na construção civil e os planos de ajustes que retiram direitos são outros exemplos de tais investidas.

“Isso está elevando ainda mais a miserabilidade. Tudo em nome de pagar a dívida pública e garantir o lucro dos empresários”, aponta o dirigente da CSP-Conlutas, já antecipando que, para a segunda quinzena de setembro, a central sindical está organizando, em conjunto com outras entidades, uma jornada de lutas para mostrar que existe outra alternativa à classe trabalhadora.

“Temos certeza de que podemos reunir milhares de pessoas contra o plano de proteção ao emprego, contra o PLC 4330, contra as Medidas Provisórias (MP’s) 664 e 665, que, embora já sejam leis, podem ser revogadas com luta, contra a exigência de pagamento de taxa no SUS. Estamos chamando todos que querem lutar para que venham construir esse terceiro campo”, conclui Barela.

Entrevista concedida a Giselle Pereira

Texto e foto: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm

 

 

Fotos da Notícia

Paulo Barela esteve na mesa de abertura do Conad

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