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24/01/2017   24/01/2017 15h55m   | A+ A- |   1153 visualizações

Trabalho de base para resistir aos ataques está no centro da luta do ANDES-SN

Plenária do 36º Congresso definiu centralidade da luta para o ano de 2017

Plenária do Tema I explicitou divergências entre os congressistas
Plenária do Tema I explicitou divergências entre os congressistas

Foram acalorados os debates que permearam a plenária do Tema I, ‘Movimento Docente, Conjuntura e Centralidade da Luta’, durante esta segunda-feira, 23, no 36º Congresso do ANDES-SN. Nas diversas falas, a necessidade de construir um processo de unidade no ano que se inicia, com o objetivo de resistir aos diversos projetos em curso e que devem precarizar, ainda mais, as condições de vida, de trabalho e de acesso aos serviços públicos no país.

Dentre os tópicos que mais surgiram na discussão, o avanço do conservadorismo e a intensificação da retirada de direitos promovida pelo governo de Michel Temer.

A plenária, contudo, foi marcada por grandes divergências entre os docentes presentes, como a identificação das centrais sindicais com as quais  o Sindicato Nacional deveria fazer aliança e a caracterização do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff como golpe.

Ao fim, a centralidade da luta aprovada para 2017 ficou da seguinte forma:

“Defesa dos serviços públicos e do projeto de educação do ANDES-SN, referenciado no Plano Nacional de Educação da Sociedade Brasileira, lutando pela autonomia e valorização do trabalho docente, construindo ações na luta contra a intensificação da retirada de direitos, contra a apropriação do fundo público pelo capital, a criminalização dos movimentos sociais e todas as formas de opressão. Intensificação do trabalho de base em unidade com a CSP-Conlutas, as entidades da educação e demais organizações do campo classista, na perspectiva da reorganização da classe trabalhadora, pelo Fora Temer e da construção da greve geral”.

O 36º Congresso do ANDES-SN teve início nesta segunda, 23, e segue até o sábado, 28, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. Do evento participam 467 docentes de 73 seções sindicais, sendo 356 delegados, 70 observadores, 4 convidados e 37 diretores nacionais.

 

Texto e foto: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm

 

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