MOBILIZAÇÃO CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA

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05/10/2021   05/10/2021 15h07m   | A+ A- |   194 visualizações

2 de outubro e a pressão contra Bolsonaro que não vai parar

Depois de sábado, novas manifestações já estão pensadas para as próximas semanas

Docentes estiveram na caminhada pelas ruas de Brasília
Docentes estiveram na caminhada pelas ruas de Brasília

A sexta manifestação, somente este ano, pelo “Fora Bolsonaro” em todo o Brasil, reuniu centenas de milhares de pessoas no último sábado, 2 de outubro. Docentes da base do ANDES-SN mais uma vez se juntaram às manifestações, que ocorreram em todas as capitais brasileiras e em mais de outras 300 cidades no país e no exterior. Em Santa Maria, o protesto ocorreu no Largo da Locomotiva, na Avenida Presidente Vargas.

Em todo o país, assim como em Santa Maria, a característica principal era o uso de faixas, cartazes e palavras de ordem que expressavam a indignação das brasileiras e dos brasileiros. Além do Fora Bolsonaro e Mourão, ecoaram nas ruas as denúncias contra a política genocida adotada por Bolsonaro na pandemia, a corrupção do governo, a alta do desemprego, da inflação, da fome e da miséria.

Segundo o Cadastro Único do governo federal, pelo menos 2 milhões de famílias entraram para a condição de extrema pobreza, entre janeiro de 2019 e junho deste ano. Com isso, já são 14,7 milhões de brasileiros vivendo com menos de R$ 89 por mês. O custo de vida também não para de subir. A cesta básica ficou, em média, 22% mais cara nos últimos 12 meses, de acordo com dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O desemprego é outro fator preocupante. São 14 milhões de pessoas sem conseguir emprego e mais de 50 milhões na informalidade. Com isso, o Brasil atingiu a triste marca de 46 milhões de pessoas vivendo sem renda proveniente do trabalho.

PEC 32 e outras demandas


Trabalhadores e trabalhadoras de diferentes categorias também aproveitaram o dia de luta para se manifestar sobre outras pautas, como por exemplo, a da Reforma Administrativa (PEC 32), amplamente criticada nos atos em todo o país. As servidoras e os servidores públicos denunciaram o projeto de Bolsonaro e Paulo Guedes, ministro de Economia, que pode significar o fim dos serviços públicos e gratuitos no Brasil.

privatização dos Correios (PL 591) também foi alvo dos e das manifestantes. A entrega da estatal ao setor privado irá penalizar a população, piorando serviços e encarecendo as taxas, além de diminuir o alcance e oferta de atendimento, entre outros problemas. Os Correios são a única empresa pública com presença em todos os municípios brasileiros e em várias localidades oferecem serviços bancários, pagamento de auxílios e distribuição de insumos médicos e alimentares.

As lutas por moradia, por reforma agrária, contra o marco temporal das terras indígenas e em defesa do meio ambiente também se fez presente. Nos anos sob a presidência de Jair Bolsonaro, os conflitos por terras só aumentaram, assim como os garimpos ilegais e os incêndios na Amazônia e Pantanal.

Manifestações
Em todas as regiões do país, as principais capitais realizaram atos massivos. Em algumas delas, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Porto Alegre, foram dezenas de milhares manifestantes. A CSP-Conlutas e o ANDES-SN esteve presente em cada uma delas, levando a importância da unidade para derrubar Bolsonaro e da construção de uma greve geral.

Em Brasília, um bloco do ANDES-SN composto por representantes da diretoria nacional e das seções sindicais marcou presença no ato que percorreu a Esplanada dos Ministérios. Os e as docentes seguem na capital federal durante esta semana para protestar contra a PEC 32, desde segunda-feira (4). Atos estão previstos no aeroporto de Brasília, para recepcionar parlamentares, e também em frente ao Anexo 2 da Câmara dos Deputados.

15 de novembro
O dia 15 de novembro já está sendo apontado pela Campanha Fora Bolsonaro como próximo dia nacional de manifestação. A Campanha, da qual o ANDES-SN faz parte, reúne as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais e populares e partidos da Esquerda. 

Fonte e fotos: ANDES-SN, CSP Conlutas
Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)

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