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17/11/2021   17/11/2021 15h39m   | A+ A- |   146 visualizações

Fiocruz alerta para equívoco de medidas como o fim da exigência de máscaras

Especialistas temem que, com a cobertura vacinal ainda abaixo do necessário, pandemia recrudesça

Imunização plena atingindo 60% da população ainda é insuficiente para descartar uso de máscaras
Imunização plena atingindo 60% da população ainda é insuficiente para descartar uso de máscaras

Na última sexta, 12, a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), com sede no estado do Rio, emitiu mais um boletim do Observatório Covid-19, em que alerta para o risco do recrudescimento da pandemia no país. Segundo os pesquisadores da Fiocruz, , embora os dados recentes no Brasil indiquem a manutenção da tendência geral de queda dos indicadores monitorados desde o início da pandemia, ressaltam que a doença não acabou e que o risco de aumento de casos graves permanece com a proximidade das festas de final de ano e das férias, já que isso amplia a circulação e a concentração de pessoas em vários ambientes.

Conforme a análise dos cientistas, o êxito na redução de casos, mortes e hospitalizações por Covid-19, tem relação com o aumento da cobertura vacinal, mas isso não exclui as outras estratégias. No documento divulgado sexta passada, há críticas as iniciativas ao abandono de medidas, ocorridas recentemente no país, especialmente no que ser refere ao uso das máscaras e ao relaxamento da recomendação de distanciamento físico.

Conforme o Observatório da Fiocruz, a flexibilização “se dá não só pela baixa adesão da população, mas, especialmente, pela falta de incentivo da gestão governamental para sua adoção”. De acordo com o Boletim, é fundamental alcançar o patamar de 80% de cobertura vacinal completa da população total – que hoje está em torno de 55%, ainda distante do patamar considerado ideal.

No que se refere à não efetivação do distanciamento físico, os pesquisadores observam que “inclui formas distintas de aglomeração, desde o transporte público a atividades de comércio e lazer, nas quais há uma exposição prolongada de pessoas em espaços confinados”, observam os pesquisadores.

Vacina e medidas de proteção

Foi amplamente divulgado pelas autoridades que o Brasil alcançou 70% de cobertura vacinal na população adulta. No entanto, de acordo com a análise do Observatório da Fiocruz, este não é o indicador mais adequado para que se possa avaliar a situação, tendo em vista que a população de adolescentes é um dos grupos com maior intensidade de circulação nas ruas. “Por isso, é equivocado pensar que, apenas com a população adulta vacinada adequadamente, é possível a retomada irrestrita de hábitos que resultam na aglomeração de pessoas”, diz o estudo.  

Os cientistas reforçam que, embora o avanço da cobertura vacinal no país venha trazendo benefícios inegáveis para a mitigação da pandemia, não pode ser tratada como a única medida necessária para interromper a transmissão do vírus entre a população. “O relaxamento do distanciamento físico é inevitável agora, mas ele deve ser feito de forma responsável e segura. A recomendação é de que, enquanto caminhamos para um patamar ideal de cobertura vacinal, medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos sejam mantidas. E que atividades que impliquem na maior concentração e aglomeração de pessoas só sejam realizadas com comprovante de vacinação”.

Europa e Ásia: risco de colapso

A edição do Boletim do Observatório da Covid-19 divulgada na semana passada destaca ainda o alerta do diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa e Ásia, emitido no início deste mês de novembro, sobre o novo aumento do número de casos e óbitos por Covid-19 registrados nesses continentes.

Conforme a OMS, países da Europa e da Ásia Central estão vivendo o risco de recrudescimento da Covid-19. Na última semana de outubro, essas duas regiões foram responsáveis por 59% de todos os casos e 48% dos óbitos registrados no mundo inteiro. Com quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil novas mortes relatadas, a Europa e a Ásia Central viram um aumento de 6% e 12%, respectivamente, em comparação com a semana anterior.

Na avaliação da OMS, se for mantida esta tendência, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por Covid-19 até 1º de fevereiro de 2022, e 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nas capacidades de resposta dos seus sistemas de saúde. Os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal.

Para acessar a íntegra do boletim, clique aqui.


Edição: Fritz R. Nunes com informações do Boletim da Fiocruz
Imagem: EBC
Assessoria de imprensa da Sedufsm

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