MOBILIZAÇÃO CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA

Cartilha sobre a PEC 32


ATENDIMENTO DA SEDUFSM

A Sedufsm informa que desde o dia 20 de outubro de 2021 recomeçou o atendimento presencial na sede. Os (as) sindicalizados (as) devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo fone (55) 3222.5765 para fazer o agendamento da ida à sede.


Últimas Notícias

Espaço Cultural

Reflexões Docentes

Contatos SEDUFSM

(55) 3222 5765

Segunda à Sexta
08h às 12h e 14h às 18h

Endereço

SEDUFSM
Rua André Marques, 665
Centro, Santa Maria - RS
97010-041

Email

Fale Conosco - escreva para:
[email protected]

Twitter

SEDUFSM

Facebook

SEDUFSM

Youtube

SEDUFSM

Notícias

04/12/2021   04/12/2021 20h05m   | A+ A- |   283 visualizações

Mulheres fecham atos do ‘Fora Bolsonaro’ de 2021

Manifestação em Santa Maria ocorreu na tarde deste sábado, 4, na praça Saldanha Marinho

Bandeiras contra o machismo e o fascismo uniram diversos segmentos na praça
Bandeiras contra o machismo e o fascismo uniram diversos segmentos na praça

“Ninguém aguenta mais. Fora Bolsonaro e seus generais”. Essa foi a palavra de ordem puxada pela secretária-geral da Sedufsm, professora Márcia Morschbacher, durante o ato “Bolsonaro nunca mais”, ocorrido na tarde deste sábado, 4 de dezembro, na praça Saldanha Marinho. A manifestação foi convocada pelos diversos movimentos de mulheres, sendo alguns ligados a partidos e sindicatos, tanto em Santa Maria, como no restante do Brasil, e representou o fechamento dos protestos contra o governo de Jair Bolsonaro, iniciados ainda no primeiro semestre deste ano, e que tiveram como mote inicial a defesa da #vacinaparatodos.
A palavra de ordem entoada pela diretora da Sedufsm estabeleceu uma relação direta com as políticas destrutivas do atual governo. Ela citou que ninguém aguenta mais o aumento do custo de vida, do desemprego, da fome e dos diversos tipos de violência. Márcia (foto abaixo) ressaltou que as ações do Executivo federal têm gerado a destruição das políticas públicas e, que, se não houver mobilização, tende a piorar caso sejam mantidos os cortes orçamentários ou se for aprovada a reforma administrativa (PEC 32).

Abaixo o machismo, o fascismo e a fome

Loiva Chansis, da coordenação do sindicato dos técnico-administrativos (as) da UFSM (Assufsm) destacou o papel das mulheres na luta cotidiana em favor de uma educação de qualidade, de uma saúde pública e gratuita, mas, também, contra o machismo e o fascismo que, segundo ela, foram exacerbados desde 2019, quando assumiu o governo Bolsonaro. A dirigente da Assufsm fez questão de enviar um abraço aos familiares de vítimas da tragédia da boate Kiss, que estão na tenda próxima ao Calçadão, ou acompanhando o julgamento em Porto Alegre, e que seguem clamando por justiça quase nove anos após o incêndio.

A líder comunitária do bairro Nova Santa Marta (que completa 30 anos dia 7 de dezembro), Elisa Pinheiro, chamou a atenção durante o ato para o drama vivido pela população: mães, filhos e pais que passam fome na atual conjuntura do país. “Todos os dias temos pessoas batendo na nossa porta pedindo comida”. Contudo, no entendimento dela, é preciso “perdoar quem votou nesse traste”, se referindo ao presidente Bolsonaro. “Não podemos nos deixar enganar novamente e votar errado”, frisou. “Ele, não”, finalizou.

Cultura na praça

A manifestação deste sábado também abriu espaço para expressões culturais. A jornalista Melina Guterres apresentou vários poemas durante o evento, sendo um especialmente dedicado à Marielle Franco. A então vereadora (Psol), socióloga e militante feminista, foi assassinada em 14 de março de 2018, na cidade do Rio de Janeiro, mas o crime até hoje não foi completamente elucidado.

Foram apresentadas algumas danças de roda, com a presença marcante de estudantes indígenas ligado ao Yandé, coletivo que atua junto à UFSM, que ajudou nas coreografias. A militante da Assufsm, Natália San Martín (foto acima), também deu sua contribuição. Com sua voz e o violão arriscou a canção de Humberto Gabbi Zanatta e Francisco Alves, mas consagrada na voz de Dante Ramon Ledesma:

Talvez um dia, não mais existam aramados

E nem cancelas, nos limites da fronteira

Talvez um dia milhões de vozes se erguerão

Numa só voz, desde o mar as cordilheiras

A mão do índio, explorado, aniquilado...”.

(Mais fotos abaixo, em anexo, ou no facebook da Sedufsm)

Texto: Fritz R. Nunes
Fotos: Rafael Balbueno
Assessoria de imprensa da Sedufsm

Fotos da Notícia

Bandeiras contra o machismo e o fascismo uniram diversos segmentos na praça Dança na praça Marcia Morschbacher, da Sedufsm Loiva Chansis, da Assufsm Elisa Pinheiro, líder comunitária da Nova Santa Marta Natália San Martin, da Assufsm Diretoras e diretores da Sedufsm

Compartilhe com sua rede social


© 2022 SEDUFSM
Rua André Marques, 665 - Centro, Santa Maria, RS - 97010-041