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29/03/2022   29/03/2022 12h02m   | A+ A- |   270 visualizações

Queda de quarto ministro simboliza “desmanche” da educação, diz professor

Diretor da Sedufsm, Leonardo Botega, analisa demissão de Milton Ribeiro, do MEC, sob acusações

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, quarto a deixar a pasta
Ministro da Educação, Milton Ribeiro, quarto a deixar a pasta

Nesta segunda-feira, 28, foi anunciada a saída do ministro da Educação, Milton Ribeiro, depois de quase uma semana sob fogo cerrado devido a áudios mostrando que o titular do MEC tinha pastores evangélicos, amigos da família Bolsonaro, como assessores “informais” para a liberação de recursos. Tudo a isso em meio a sucessivos cortes orçamentários na educação, ano a ano, mesmo sob a vigência da pandemia de Covid-19.

Para o diretor da Sedufsm, Leonardo Botega, que também é professor de História no Colégio Politécnico da UFSM, “a saída do quarto Ministro da Educação em três anos representa muito bem o desmanche da educação em que o país está mergulhado”. Para Botega, “as circunstâncias de sua queda apenas demonstram que o único projeto que o governo federal tem é o de aparelhamento do Estado”. E complementa: “É um absurdo ver que as Universidades e os Institutos Federais estão à míngua enquanto mercadores da fé se lambuzam com o dinheiro público."

Os demitidos anteriores do MEC

Ricardo Veléz Rodriguez- assumiu a titularidade da pasta da Educação no primeiro dia de governo com Bolsonaro. Depois de várias polêmicas, como por exemplo, alterar livros didáticos na reinterpretação do golpe de 1964, acabou demitido em abril de 2019, menos de seis meses após ter sido nomeado.

Abraham Weintraub- o segundo nomeado para o MEC também se envolveu em polêmicas, com ataque às universidades e, ao STF, que foi a principal causa da sua demissão, já em 2020, pouco mais de um ano no cargo.

Carlos Decotelli- nomeado em junho de 2020, após a queda do “ideológico” de direita, Abraham Weintraub, Carlos Decotelli durou apenas cinco dias no cargo. A queda dele foi precipitada por inconsistências no currículo acadêmico, inclusive com acusações de plágio.

 

Texto: Fritz R. Nunes com foto da EBC/Agência Brasil
Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

 

 

 

 

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