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12/05/2022   12/05/2022 15h50m   | A+ A- |   134 visualizações

Publicação coloca servidores/as do MEC no ranking de vítimas de assédio institucional

Levantamento consta de livro elaborado por pesquisadores/as do Ipea com apoio de outras entidades

Debate durante lançamento do livro, no dia 3 de maio
Debate durante lançamento do livro, no dia 3 de maio

Servidores e servidoras do Ministério da Educação (MEC) aparecem em segundo lugar no ranking de trabalhadores/as que mais sofrem assédio institucional do governo federal. Em primeiro lugar estão servidores/as do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), com 21 denúncias, enquanto na pasta da Educação, os registros atingiram um total de 19 denúncias.

Esses dados foram compilados por pesquisadores/as do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com apoio de outros órgãos e universidades, e constam de um livro cujo lançamento ocorreu no dia 3 de maio, sob a coordenação do Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea (Afipea). A publicação tem como título “Assédio Institucional no Brasil: Avanço do Autoritarismo e Desconstrução do Estado” e os (as) autores (as) são José Celso Cardoso Júnior, Frederico Barbosa, Monique Florencio e Tatiana Lemos Sandim.

O trabalho de pesquisa foi realizado a partir da investigação de 211 denúncias publicadas em reportagens de jornais e redes sociais. Além do Ibama e do MEC, os dados apontam ainda como maiores vítimas o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com 15 casos cada. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) teve 13 casos constatados.

O chamado assédio institucional é definido como um conjunto de práticas empregadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) para desmontar o serviço público. É diferente do assédio moral no ambiente de trabalho, já que não tem um servidor como alvo específico, mas o conjunto.



Exemplos

Foi na lógica de assédio institucional, conforme avaliam os (as) pesquisadores (as) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chamou de “parasitas” os (as) servidores (as). Ou quando desqualificou o trabalho do IBGE, que produziria dados confiáveis porque refletem uma economia com resultados negativos obtidos pelo governo do qual faz parte.

O livro foi publicado pela Editora da Universidade Estadual da Paraíba (Eduepb), com apoio de grupos como a Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) e a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABDJ). Ao todo são 20 artigos de 51 pesquisadores de diversas instituições e universidades.

Texto: Fritz R. Nunes com informações do WAA e Rede Brasil Atual
Fotos: Afipea
Assessoria de imprensa da Sedufsm

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Debate durante lançamento do livro, no dia 3 de maio Capa do livro

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