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13/06/2019   13/06/2019 18h02m   | A+ A- |   1529 visualizações

Por que apoiamos a greve geral de 14 de junho

Segmentos da UFSM enfatizam importância da paralisação contra reforma da previdência e cortes na educação

Reunião de mobilização dos segmentos da UFSM, na última terça, 11
Reunião de mobilização dos segmentos da UFSM, na última terça, 11

Nesta sexta-feira (14), acontece em todo o Brasil a Greve Geral, construída por diversas centrais sindicais, partidos e organizações. Em Santa Maria, diversas categorias deliberaram pela paralisação. Dirigentes das entidades representativas das categorias da UFSM falaram sobre a importância da greve e o motivo de paralisar.

De acordo com o vice-presidente da Sedufsm, João Carlos Gilli Martins, paralisar, diante do atual contexto político, é uma ferramenta importante. “É greve geral porque a situação é grave. Se a reforma da previdência for aprovada, vai atacar o direito à aposentadoria. A greve é o único instrumento que nós temos nesse momento para impedir que essa reforma passe”, colocou Gilli. A secretária geral da Sedufsm, Maristela Souza, também ressaltou a importância da paralisação e da mobilização de base. “Parar nesse momento é dizer que não queremos essa reforma, que queremos nos aposentar e queremos esse direito. Além disso, também é mostrar a nossa força e mostrar que o mérito de parar essa reforma será nosso”, afirmou.

Os técnicos-administrativos também deliberaram por paralisação. Para a coordenadora da Assufsm, Natália San Martin, a paralisação é muito importante e demonstra a indignação da população. “A população está toda indignada e isso é importante. Enquanto nós estivermos nos indignando, significa que ainda existe esperança”, ressaltou Natália.

O representante da Atens, Clóvis Senger, afirmou que a Greve Geral é um importante dia de mobilização e de pressionar o governo. “A classe trabalhadora e a categoria estudantil enviam um claro recado de que não estão dispostas, mais uma vez, a serem chamadas para pagar a conta de um suposto déficit orçamentário, quando existem outras formas muito mais efetivas de resolver os problemas econômicos do país, tais como a revisão da dívida pública, a cobrança dos devedores da previdência social e a tributação sobre lucros e dividendos e grandes fortunas”, colocou ele.

O segmento dos estudantes também deliberou por paralisação, em assembleia conjunta dos estudantes de graduação e pós-graduação. A coordenadora geral do DCE, Franciéli Barcellos de Moraes, ressaltou a necessidade da paralisação. “A greve geral é uma ferramenta histórica que nós temos para paralisar o capital e a circulação de dinheiro e de mostrar, também, o nosso tamanho nas ruas, a nossa voz, a nossa política e as nossas reivindicações”, afirmou a estudante de Jornalismo.

Já o estudante do mestrado em Geografia e coordenador da Associação dos Pós-Graduandos (APG), Bruno Traesel Schreiner, ressaltou a importância da unidade com outras categorias nesse momento de paralisação. “Nós temos que nos colocar juntos com os sindicatos e centrais sindicais em defesa da previdência. O dia 14 representa a união das duas frentes: defesa da educação e da aposentadoria”, enfatizou Bruno.

Na programação da Greve Geral em Santa Maria, está marcado para as 16h, na Praça Saldanha Marinho, um ato contra a reforma da previdência e em defesa da educação.

Texto: Lucas Reinehr (estagiário de jornalismo)
Fotos: Fernanda Brusius e Guilherme Achterberg
Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)

Fotos da Notícia

Reunião de mobilização dos segmentos da UFSM, na última terça, 11 Estudantes no campus da UFSM de Camobi, nesta quinta, 13 Estudantes confeccionando faixas nesta quinta, dia 13

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