Sedufsm participa da nona semana de mobilização contra a PEC 32 SVG: calendario Publicada em
SVG: atualizacao Atualizada em 10/11/21 15h45m
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Diretora do sindicato avalia que pressão a parlamentares tem segurado votação da reforma administrativa

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Teresinha (à direita na foto): em Brasília pela segunda vez em dois meses para pressionar deputados (as)

Nove semanas de mobilização e pressão em Brasília. Assim tem sido o dia a dia de centenas de servidores (as) públicos (as) de todas as esferas de governo, que têm ido à capital federal para pressionar deputadas (os) e assim tentar evitar que seja aprovada a Proposta de Reforma Administrativa (PEC 32).

A diretora da Sedufsm, também professora do departamento de Enfermagem, Teresinha Weiller, está em Brasília pela segunda vez nesse período de dois meses. No entendimento dela, essa postura dos (as) trabalhadores (as) do setor público tem sido fundamental para, até o momento, a proposta não ter ido adiante, já que a PEC 32 precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara e outros dois no Senado. O governo luta contra o tempo, já que 2022 é ano eleitoral, e dificilmente um projeto de desmonte dos serviços públicos passaria pelo Congresso.

Um outro aspecto importante destacado por Teresinha é que essas atividades têm sido um momento de “reencontro” de sindicatos, centrais sindicais e de movimentos sociais, depois de quase dois anos de distanciamento social em função da pandemia de Covid-19. “Por isso, estar aqui [em Brasília] é muito importante. E a Sedufsm está sendo protagonista desse momento”, enfatizou ela.

Teresinha Weiller ressalta que a mobilização tem sido nas ruas, mas especialmente junto ao Anexo II da Câmara dos Deputados, que é o local de ingresso dos (as) parlamentares. É com cartazes, faixas, bonecos de integrantes do governo Bolsonaro, como o ministro Paulo Guedes, que servidores (as) têm feito “bafo na nuca”, usando expressões contundentes, como por exemplo: “Se votar (a favor da PEC 32), não volta!”.

Na avaliação da diretora da Sedufsm, o presidente da Câmara, Arthur Lira, só não colocou ainda em votação o projeto por não ter a garantia dos 308 votos necessários para aprová-lo. E a pressão realizada nessas últimas semanas, segundo analisa a coordenação de servidores (as) em Brasília, teria virado muitos votos. O cálculo é de que hoje o número de deputados (as) contrários à reforma teria subido de 120 em setembro para 280.

Nova caravana

A diretoria da Sedufsm organiza a participação da entidade em novas caravanas a Brasília nas próximas semanas, até o início de dezembro, partindo da inscrição de interessados (as). Ao longo do mês de outubro, estiveram na mobilização no Distrito Federal, os professores Leonardo Botega e Ascísio Pereira, pela diretoria da Sedufsm, o professor Júlio Quevedo pela base do sindicato. Estiveram também as professoras Liane Weber, Márcia Morschbacher e Teresinha Weiller, pela diretoria da seção sindical.

(Mais fotos abaixo, em anexo)


Texto: Fritz R. Nunes
Fotos: Arquivo pessoal
Assessoria de imprensa da Sedufsm

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