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19/10/2022 17h33m   19/10/2022 18h23m   | A+ A- |   427 visualizações

‘Tsunami da Educação’ encheu as ruas e os olhos de Santa Maria

Protesto ocorreu na última terça, 18 de outubro, tendo como mote a defesa da universidade e o Fora Bolsonaro

Manifestação recebeu amplo apoio da população, como trabalhadores/as do comércio, que aplaudiam a ação ao longo da Acampamento
Manifestação recebeu amplo apoio da população, como trabalhadores/as do comércio, que aplaudiam a ação ao longo da Acampamento

Uma onda gigante tomou as ruas de Santa Maria na tarde da última terça-feira, 18 de outubro. Um verdadeiro tsunami da Educação, como foi chamado nacionalmente e também por aqui, reuniu, por volta das 16h, as e os manifestantes na Praça Saldanha Marinho. Lá, dezenas de dirigentes estudantis e sindicais realizaram falas destacando a importância das universidades públicas, em especial da UFSM, dos institutos federais e da ciência produzida em tais instituições. Era o Dia Nacional de Luta contra o Confisco das Verbas da Educação.

Em contrapartida, as falas também denunciavam os cortes decretados pelo governo Bolsonaro no orçamento das universidades e institutos, o que precariza ensino, pesquisa, extensão e a permanência das e dos estudantes. Os cortes vêm levando, por exemplo, à possibilidade de aumento no valor das refeições oferecidas pelo Restaurante Universitário e ao congelamento do pagamento de bolsas. 

A Sedufsm, ao lado de diversas outras entidades sindicais, esteve presente no ato. “É a Sedufsm na rua, junto com seus professores e professoras, trabalhando para que as mudanças ocorram e para que nosso país seja democrático e digno”, disse o presidente da seção sindical, Ascísio Pereira.

*Ascísio Pereira, presidente da Sedufsm 

O destaque ficou para a participação massiva de estudantes e de Diretórios Acadêmicos, que foram à atividade com cartazes e faixas. Psicologia, Pedagogia, Meteorologia, História e Filosofia são apenas alguns exemplos de cursos que podiam ser avistados em meio às muitas pessoas que se manifestavam.

Da Praça, as e os participantes fizeram uma caminhada que desceu o Viaduto do Behr, percorreu a Avenida Acampamento e terminou em frente a um dos prédios da Casa do Estudante, onde antigamente também era sediada a Boate do DCE. Lá, as e os estudantes voltaram a reivindicar recursos para a assistência estudantil e valorização da universidade pública.

Bolsonaro, inimigo da educação

As avaliações acerca do momento difícil por que passam as universidades e institutos federais brasileiros, alguns na iminência inclusive de fecharem as portas, levaram, necessariamente, a um ‘Fora Bolsonaro’ contínuo durante o ato. Além de denunciarem o descaso do atual presidente com a educação pública, também relembraram o negacionismo por ele estimulado na pandemia de Covid-19, o atraso na compra de vacinas, e o deboche com as pessoas que morreram devido ao vírus (expresso, dentre outras ocasiões, em uma imitação feita por Bolsonaro de uma pessoa morrendo de falta de ar).

Assim, a manifestação defendeu enfaticamente o voto em Lula no segundo turno das eleições presidenciais, que ocorre no próximo dia 30.

Panorama nacional dos atos

Atos numerosos foram registrados em várias cidades brasileiras na terça-feira, a exemplo de Brasília (DF), onde representantes da diretoria do ANDES-SN e da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (Adunb – Seção Sindical do ANDES-SN) se uniram às e aos estudantes na Galeria dos Estados e seguiram em passeata até o prédio do MEC, na Esplanada dos Ministérios, chamando atenção das pessoas nas ruas da capital federal acerca do desmonte da educação.

Maceió (AL); Rio de Janeiro (RJ); Vitória (ES); João Pessoa (PB); Teresina (PI), Viçosa, Ouro Preto, Governador Valadares e São João del-Rei (MG); Manaus (AM); Cuiabá (MT); Florianópolis (SC); Porto Alegre e Pelotas (RS) foram outras cidades a sediarem manifestações.

Vídeo da Sedufsm 

Assista, abaixo, um resuminho do que foi o protesto em Santa Maria: 

Texto e fotos: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm  

Fotos da Notícia

Manifestação recebeu amplo apoio da população, como trabalhadores/as do comércio, que aplaudiam a ação ao longo da Acampamento

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