Governo pede mais prazo para apresentar contraproposta salarial ao funcionalismo SVG: calendario Publicada em 01/03/23 18h53m
SVG: atualizacao Atualizada em 01/03/23 19h06m
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Entidades de servidores/as que participam da negociação querem detalhes sobre números apresentados pelo Executivo

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Dezenas de entidades participaram de reunião com representantes do governo Lula

A segunda reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente das servidoras e dos servidores públicos com o governo federal aconteceu na tarde de terça-feira (28), reunindo entidades que integram os fóruns das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) e Centrais Sindicais.

Participaram também mais de 40 entidades que não compõem os fóruns, convidadas pelo governo. O ANDES-SN esteve representado por integrantes da diretoria nacional e de diversas seções sindicais.

Durante o encontro, as e os representantes do Fonasefe defenderam os 26,94% de reajuste, conforme a proposta encaminhada ao governo no início de janeiro. A posição das entidades sobre a característica emergencial desse debate foi ratificada para o governo, e também foi advertida a necessidade da instalação das mesas setoriais. Durante a primeira rodada de negociação, no dia 16 de fevereiro, o governo apresentou uma proposta de 7,8%, muito distante do índice emergencial reivindicado.

Ao final da reunião desta terça-feira, os integrantes do governo solicitaram mais tempo para apresentar uma contraproposta para a categoria das servidoras e dos servidores públicos federais. Uma nova posição está prevista entre sexta-feira (3) e terça-feira (7) para dar prosseguimento à negociação.

Regina Avila, secretária-geral do ANDES-SN, afirmou que foi apresentado ao governo um documento com a perda salarial dos últimos anos e questionou: “O governo reconhece essa perda? Baseado em que números o governo apresentou essa contraproposta? Pelos nossos cálculos as contas não batem”. Na reunião realizada em 16 de fevereiro, o governo apresentou, além de uma proposta de 7,8% de reajuste, um aumento de 40% no auxílio-alimentação, que em grosso cálculo seria algo em torno de R$ 200,00.

Metodologia

 

Amauri Fragoso, 1º tesoureiro do ANDES-SN, criticou a mudança de metodologia da mesa nacional permanente de negociação. “Houve uma mudança na metodologia, no que tange o funcionamento da mesa, ao mudarem a reunião que ocorreria inicialmente no MGI para um auditório no Dnit, com capacidade para mais de 200 pessoas, e também com a participação de entidades que não compõem o Fonasefe e nem o Fonacate. O argumento do governo é que ele teria que ouvir essas entidades. O ANDES-SN criticou a mudança na metodologia e explicou que essas entidades, que não pertencem aos fóruns, são representadas pelas suas centrais sindicais. Essa metodologia não é democrática porque as entidades falam das suas reivindicações mais específicas que serão discutidas por mesas de negociação setoriais", disse.

Fonte: ANDES-SN com informações do Fonasefe e da ADUA.

Fotos: André Luis/ExLibris.

Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm.

 

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